01/01/2011

So Deus

Só Deus pode criar, mas você pode valorizar o que Ele criou.


Só Deus pode dar a vida,


mas você pode transmiti-la e respeitá-la.


Só Deus pode dar a fé, mas você pode dar o seu testemunho.


Só Deus pode dar a paz, mas você pode semear a união.


Só Deus pode dar a força, mas você pode apoiar quem desanimou.


Só Deus pode infundir a esperança, mas você pode restituir a confiança do irmão.


Só Deus pode dar amor, mas você pode ensinar o irmão a amar.


Só Deus pode dar a alegria, mas você pode sorrir a todos.


Só Deus é o caminho, mas você pode indicá-lo aos outros.


Só Deus é a luz, mas você pode fazê-la brilhar no mundo.


Só Deus é vida, mas você pode dar aos outros a alegria de viver.


Só Deus pode fazer o impossível, mas você sempre poderá fazer o que é possível.


Só Deus pode fazer milagres, mas você pode fazer sacrifício.


Só Deus pode fazer a semente do bem germinar, mas você pode plantá-la no coração humano.


Só Deus se basta em si mesmo, mas Ele preferiu contar com você!
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31/12/2010

Cristo, O Alvo

 


“Prossigo para o alvo,  pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3.14)
 Paulo, neste versículo usou o termo ALVO, na ilustração de um atleta que disputava uma corrida,essa mesma palavra também foi usada para um alvo, no qual as flechas são lançadas. Em ambos os casos, a vitória depende de concentração.
Deus te escolheu, e ELE deseja que você tenha um alvo, um sonho, um objetivo, não deixe que as circunstâncias da vida roube de ti as bençãos que foram determinadas por ELE na tua vida, muitas pessoas tem sido roubadas nos seus sonhos, por não terem mais motivação de sonhar, idealizar um alvo a alcançar.
Olha o que ele diz: Esquecendo-me da coisas que para traz ficam, prossigo para o ALVO.
Ele diz que não importa o que ficou para traz, porque tudo já estava no passado, nada poderia interferir no objetivo que ele tinha alcançar para alcançar o ALVO.
Ei, como Paulo temos lutas, problemas, desânimos, mas nada disso pode nos tirar do ALVO.
Deus te escolheu, você  muito especial para ELE, então vamos prosseguir para o ALVO, que é CRISTO.
Temos o privilégio de que como Paulo, sermos escolhidos por ELE, para realizarmos grandes obras no nome DELE glórias a DEUS,  ALELUIA.
Eu profetizo para tua vida,um NOVO ANO de vitórias em CRISTO JESUS.
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Cristo, O Alvo

 


“Prossigo para o alvo,  pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3.14)
 Paulo, neste versículo usou o termo ALVO, na ilustração de um atleta que disputava uma corrida,essa mesma palavra também foi usada para um alvo, no qual as flechas são lançadas. Em ambos os casos, a vitória depende de concentração.
Deus te escolheu, e ELE deseja que você tenha um alvo, um sonho, um objetivo, não deixe que as circunstâncias da vida roube de ti as bençãos que foram determinadas por ELE na tua vida, muitas pessoas tem sido roubadas nos seus sonhos, por não terem mais motivação de sonhar, idealizar um alvo a alcançar.
Olha o que ele diz: Esquecendo-me da coisas que para traz ficam, prossigo para o ALVO.
Ele diz que não importa o que ficou para traz, porque tudo já estava no passado, nada poderia interferir no objetivo que ele tinha alcançar para alcançar o ALVO.
Ei, como Paulo temos lutas, problemas, desânimos, mas nada disso pode nos tirar do ALVO.
Deus te escolheu, você  muito especial para ELE, então vamos prosseguir para o ALVO, que é CRISTO.
Temos o privilégio de que como Paulo, sermos escolhidos por ELE, para realizarmos grandes obras no nome DELE glórias a DEUS,  ALELUIA.
Eu profetizo para tua vida,um NOVO ANO de vitórias em CRISTO JESUS.
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28/12/2010

Mensagem 3

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Louvor a Jesus

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25/12/2010

OS PASTORES E SEUS DEVERES

 

“Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito 

  • Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.”(At 20.28)Nenhuma igreja poderá funcionar sem dirigentes para dela cuidar. Logo, conforme 14.23, a congregação local, cheia do Espírito, buscando a direção de Deus em oração e jejum, elegiam certos irmãos para o cargo de presbítero ou bispo de acordo com as qualificações espirituais estabelecidas pelo Espírito Santo em 1Tm 3.1-7; Tt 1.5-9. Na realidade é o Espírito que constitui o dirigente de igreja. O discurso de Paulo diante dos presbíteros de Éfeso (20.17-35) é um trecho básico quanto a princípios bíblicos sobre o exercício do ministério de pastor de uma igreja local.Propagando a Fé(1) Um dos deveres principais do dirigente é alimentar as ovelhas mediante o ensino da Palavra de Deus. Ele deve ter sempre em mente que o rebanho que lhe foi entregue é a congregação de Deus, que Ele comprou para si com o sangue precioso do seu Filho amado (cf. 20.28; 1Co 6.20; 1Pe 1.18,19; Ap 5.9). (2) Em 20.19-27, Paulo descreve de que maneira serviu como pastor da igreja de Éfeso; tornou patente toda a vontade de Deus, advertindo e ensinando fielmente os cristãos efésios (20.27). Daí, ele poder exclamar: “estou limpo do sangue de todos”(20.26; ver nota). Os pastores de nossos dias também devem instruir suas igrejas em todo o desígnio de Deus. Que “pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina”(2Tm 4.2) e nunca ministrar para agradar os ouvintes, dizendo apenas aquilo que estes desejam ouvir (2Tm 4.3).Guardando a FéAlém de alimentar o rebanho de Deus, o verdadeiro pastor deve diligentemente resguardá-lo de seus inimigos. Paulo sabe que no futuro Satanás levantará falsos mestres dentro da própria igreja, e, também, falsários vindos de fora, infiltrar-se-ão e atingirão o rebanho com doutrinas antibíblicas, conceitos mundanos e idéias pagãs e humanistas. Os ensinos e a influência destes dois tipos de elementos arruinarão a fé bíblica do povo de Deus. Paulo os chama de “lobos cruéis”, indicando que são fortes, difíceis de subjugar, insaciáveis e perigosos (ver 20.29 nota; cf. Mt 10.16). Tais indivíduos desviarão as pessoas dos ensinos de Cristo e os atrairão a si mesmos e ao seu evangelho distorcido. O apelo veemente de Paulo (20.28-31) impõe uma solene obrigação sobre todos os obreiros da igreja, no sentido de defendê-la e opôr-se aos que distorcem a revelação original e fundamental da fé, segundo o NT.(1) A igreja verdadeira consiste somente daqueles que, pela graça de Deus e pela comunhão do Espírito Santo, são fiéis ao Senhor Jesus Cristo e à Palavra de Deus. Por isso, é de grande importância na preservação da pureza da igreja de Deus que os seus pastores mantenham a disciplina corretiva com amor (Ef 4.15), e reprovem com firmeza (2Tm 4.1-4; Tt 1.9-11) quem na igreja fale coisas perversas contrárias à Palavra de Deus e ao testemunho apostólico (20.30).(2) Líderes eclesiásticos, pastores de igrejas locais e dirigentes administrativos da obra devem lembrar-se de que o Senhor Jesus os têm como responsáveis pelo sangue de todos os que estão sob seus cuidados (20.26,27; cf. Ez 3.20,21). Se o dirigente deixar de ensinar e pôr em prática todo o conselho de Deus para a igreja (20.27), principalmente quanto à vigilância sobre o rebanho (20.28), não estará “limpo do sangue de todos”(20.26; Ez 34.1-10). Deus o terá por culpado do sangue dos que se perderem, por ter ele deixado de proteger o rebanho contra os falsificadores da Palavra (2Tm 1.14; Ap 2.2).(3) É altamente importante que os responsáveis pela direção da igreja mantenham a ordem quanto a assuntos teológicos doutrinários e morais na mesma. A pureza da doutrina bíblica e de vida cristã deve ser zelosamente mantida nas faculdades evangélicas, institutos bíblicos, seminários, editoras e demais segmentos administrativos da igreja (2Tm 1.13,14).(4) A questão principal aqui é nossa atitude para com as Escrituras divinamente inspiradas, que Paulo chama a “palavra da sua graça”(20.32). Falsos mestres, pastores e líderes tentarão enfraquecer a autoridade da Bíblia através de seus ensinos corrompidos e princípios antibíblicos. Ao rejeitarem a autoridade absoluta da Palavra de Deus, negam que a Bíblia é verdadeira e fidedigna em tudo que ela ensina (20.28-31; Gl 1.6; 1Tm 4.1; 2Tm 3.8). A bem da igreja de Deus, tais pessoas devem ser excluídas da comunhão (2Jo 9-11; ver Gl 1.9).(5) A igreja que perde o zelo ardente do Espírito Santo pela sua pureza (20.18-35), que se recusa a tomar posição firme em prol da verdade e que se omite em disciplinar os que minam a autoridade da Palavra de Deus, logo deixará de existir como igreja neotestamentária (12.5)

  • Pastor Dirceu.R.P
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"SENHOR ENSINA-NOS A ORAR"

 


Oramos em nome de Jesus. Amém." Tal expressão encerra muitas orações. Não pensaríamos em terminar uma petição a Deus sem ela. Ela brota de nossas línguas insensivelmente, quase sem pensarmos. Por que esta simples frase é tão significativa? Será que ela confirma nossa oração, como a senha de identificação que digitamos num caixa eletrônico quando precisamos de dinheiro? Suponhamos que um irmão, orando numa reunião, se esqueça de concluir sua petição desta maneira. Sua oração chegaria ao trono de Deus?
A oração é imprópria se não for em nome de Jesus. Expressar isto é uma aplicação óbvia do mandamento de Paulo para fazermos tudo em nome do Senhor Jesus (Colossenses 3:17). O próprio Salvador instruiu seus apóstolos a orar em seu nome. Um pouco antes de irem ao Getsêmane, Jesus insistiu com seus apóstolos para que pedissem ao Pai o que necessitassem. Encorajando-os a orar, ele insistiu que fosse em seu nome. "E tudo quanto pedirdes em meu nome.... Se me pedirdes alguma coisa em meu nome" (João 14:13-14). Mais tarde, no mesmo discurso, ele repetiu esta condição para que o Pai os ouvisse (João 15:16; 16:23,26).
Em que consiste orar em nome de Jesus? Estava Jesus exigindo mero reconhecimento verbal por seus apóstolos? Soa assim, porque isto é o que um nome significa para nós. Como mães gestantes, podemos gastar meses para determinar um bom nome para nosso filho. O nome identifica nosso filho e o distingue das outras crianças. Entretanto, o nome em si ao qual nosso filho responde não significa nada, salvo por sua novidade ou para o membro da família do qual ele descende. Ele revela pouco do caráter ou personalidade de nosso filho.
O nome de Jesus nos diz como o chamamos, mas nos diz mais. Revela-nos quem ele é. Quando Jesus disse aos seus apóstolos que orassem em seu nome, ele estava insistindo com eles pela percepção e aceitação de sua natureza divina, caráter e propósito. Isto é evidente em João 14. Jesus disse aos seus apóstolos que ele ia preparar um lugar para eles. Tomé pediu informações. Filipe pediu para ver o Pai. Jesus respondeu, declarando que ele era o único caminho para ir ao Pai. O acesso ao Pai era impossível sem Jesus. O nome de Jesus, pelo qual ele insistia com eles para que orassem, era uma revelação de sua pessoa, uma descrição de sua verdadeira natureza e ser, uma declaração da salvação que ele tinha vindo assegurar aos homens.
Os apóstolos aprenderam o significado do nome de Jesus por meio da cruz. O Calvário ensinou-lhes que Deus reconciliaria os homens consigo através de Jesus. Esta verdade transformou-os. Eles curavam em seu nome, demonstrando o poder de Jesus para dar a salvação. Eles pregavam em seu nome, insistindo com os homens para que o aceitassem como Senhor e Cristo. Eles compeliram os homens a confessarem seu nome, afirmando sua crença de que Deus o tinha ressuscitado dentre os mortos. Eles insistiam com os homens a invocarem o seu nome, permitindo que o pecado deles fosse lavado. Eles batizavam em seu nome, sabendo que este Cristo era aquele através de quem o perdão poderia ser concedido.
Orar em seu nome significa que apreciamos quem Jesus é, confiamos nele pelo que ele tem feito e respeitamos sua vontade. Um pecador sincero pode orar por perdão através do nome de Jesus, mas sua recusa a obedecer ao evangelho nos termos de Deus significa que seu pedido ficará sem resposta. Uma pessoa poderia ser levada erradamente a orar por uma cura miraculosa ou pedido de riqueza material em nome de Jesus, mas ela faz um tal pedido fora da vontade que Jesus revelou. Ela pede incorretamente, e não recebe. Se orarmos sem sinceridade, seja por hipocrisia (Lucas 18:11-12) ou por exibição (Mateus 6:5), pouco é conseguido, mesmo se juntarmos o nome de Jesus a nossa oração. Esquecemos momentaneamente a base sobre a qual participamos da comunhão com Deus.
É somente através de Jesus que podemos nos aproximar de Deus e fazer pedidos. Declarar seu nome em nossas orações é mais uma lembrança verbal do que uma expressão essencial. O verdadeiro teste da oração em seu nome é se nossa atitude e modo de vida refletem ou não uma confiança em Jesus como o único caminho para ir ao Pai.
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Os Setes Selos Do Apocalipse

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Perguntas e Respostas Sobre Qual O Dia da Crucificação de Cristo





Amado irmão, Pr. AAAA:

Folgo em receber sua carta, é com alegria que vou procurar respondê-la:



> PERGUNTA 1. Que dia da semana era comemorada a páscoa?

No ano 32 a páscoa comemorada por Jesus com seus discípulos caiu numa QUARTA-FEIRA, e a páscoa comemorada pelas multidões caiu numa QUINTA-FEIRA. Expliquemos:

A páscoa era realizada no dia 14 de Nissan. Mas os judeus estavam divididos quanto ao calendário:

- A grande maioria seguia os Saduceus, que governavam o Templo e impunham as datas usando um calendário lunar, no qual a páscoa podia cair às vezes em um, às vezes em outro dia da semana (no ano 32 caiu numa quinta-feira).

- Uma minoria seguia os Fariseus usando um velho calendário sacerdotal, solar, no qual a páscoa sempre caia numa quarta-feira.

Cristo deve ter seguido o calendário solar pois, quando para ele era 14 de Nissan (pois que ele comeu a ceia pascal com seus discípulos, ver João 18:28), o calendário oficial religioso só marcava 13 de Nissan (pois que, para os Saduceus governando o Templo e a vida religiosa do país, a páscoa oficial seria no dia seguinte). Isto explica como Cristo comeu a páscoa (João 18:28) mas, na noite seguinte, os religiosos oficiais ainda iam comer a Páscoa.

Não guardei as referências de todos as anotações quase taquigráficas que juntei sobre este assunto (entre outros) ao longo dos anos, mas o irmão poderá encontrar umas poucas referências em “Pictorial Encyclopedia of the Bible”, 1975, Vol. 4, page 608. Creio que a referência mais importante deve ser “La Date de la Céne”, Mlle. Annie Jaubert, 1957.  A literatura do Qumran também é importante, um importante overview dela é “The Scrolls and Christian Origins”,M. Black, 1961.
Veja esta citação, diz basicamente a mesma coisa:
“No ano 32 segundo nosso calendário, Cristo foi traspassado e verteu todo Seu sangue ao anoitecer de uma QUARTA-FEIRA (nossa). Para os judeus, esta ocasião foi o fim do dia 14 de Nissan, portanto foi a hora da imolação do cordeiro da Páscoa e o início do quinto dia da semana. Este quinto dia da semana foi também considerado um sabath (que significa dia de cessação dos trabalhos), pois, sendo o primeiro dia da festa dos pães asmos, era dia religioso a ser guardado em descanso. Cristo ressuscitou durante a noite do sétimo dia da semana para o domingo. Portanto, como tinha profetizado, Cristo ficou exatamente 3 dias completos e 3 noites completas no seio da terra, com a porta do túmulo fechada, até que ressuscitou e dele saiu.

Por tudo isso, a última ceia do Senhor com seus apóstolos ocorreu numa noite da terça para a quarta-feira, noite que chamaríamos 13 de abril mas que, para Cristo, já era 14 de Nissan e, para outros judeus, era 13 de Nissan.

Notemos que, devido às diferenças entre o ano solar, adotado por alguns, e o ano lunar, adotado por outros, em certos anos havia alguns judeus que começavam a contar o 1o. dia do ano antes dos demais. Isto ocorreu naquele ano. Para Cristo e seus discípulos, aquela terça-feira era 14 de Nissan, enquanto para os demais era somente 13 de Nissan. Por isso, Cristo guardou a Páscoa um dia antes dos demais.”



> PERGUNTA 2. Qual era o primeiro dia dos pães asmos?
Dia 15 de Nissan (pôr de sol a pôr de sol). Quanto a em que dia da semana ele caia, ver a resposta (1).



> PERGUNTA 3. Quando começava e quando terminava o sábado?

Pôr de sol a pôr de sol.



> PERGUNTA 4. Que dia da semana era o dia da preparação para a páscoa?

Dia 13 de Nissan (pôr de sol a pôr de sol) era o dia da preparação da páscoa. O Cordeiro era imolado “entre os dois anoitecer” e era comido durante a noite que começa o dia 14 de Nissan. Quanto ao dia da semana em que estas coisas caiam, ver resposta (1).



> PERGUNTA 5. A reunião dos sacerdotes e fariseus com Pilatos foi no sábado (Mt 28:62)?

O irmão deve ter querido dizer Mt 27:62. O dia da reunião foi no dia seguinte ao da preparação, portanto, no calendário dos Saduceus, foi 15 de Nissan, o primeiro dia da Festa dos Asmos, um sabath (dia de cessação de trabalhos), mesmo caindo na quinta-feira.



> ou foi na sexta (Mc 15:42)?

O texto não diz “sexta-feira”, não diz nada equivalente ao sexto dia da semana, só diz que o dia da crucificação foi um dia de preparação, isto é o dia imediatamente antes do sabath (dia de cessação de trabalhos). Este sabath foi 15 de Nissan, não necessariamente um sétimo dia da semana (mas sim uma quinta-feira).



> ou teria sido numa quinta feira?

Sim. Já explicado.



> PERGUNTA 6. Cronologia:
> * 1o. dia dos pães asmos Jesus comeu a ceia
> * Nesta mesma noite foi a Getsêmani e foi preso e levado ao Sinédrio
> * De manhã cedinho foi levado até Pilatos (2o. dia dos pães asmos)
> * Pilatos manda Jesus para Herodes
> * Herodes devolve Jesus para Pilatos
> * Pilatos entrega Jesus para os soldados - acredito que toda essa movimentação com Jesus deve ter levado um dia inteiro ou mais.
> * Crucificação - Em João diz que era a parasceve. O que é isso? João 19:14
> * Sepultamento - mesmo dia da crucificação - antes do sábado.João 19:31-42


Creio que a cronologia foi diferente, já a rascunhei há muitos anos atrás, mas não a tenho no computador nem sei onde a coloquei, por gentileza lembre-me antes do fim do ano, OK? Ela é basicamente a cronologia da Bíblia Anotada de C.I. Scofield, só que adaptando-a para a crucificação na quarta-feira.



> Para concluir somente um comentário sobre sua afirmação acerca do único modo de interpretação da Bíblia pelos verdadeiros crentes.  Me considero um verdadeiro crente, porém reconheço que existem muitas passagens bíblicas que não podem ser interpretadas no seu sentido literal, pois neste caso teríamos que furar os olhos e cortar as mãos  de muitos crentes.

Ah, querido irmão, pastor AAAA! De modo algum quis ofender o senhor, amado! Nem a nenhum crente nem pastor semelhante ao senhor, pois os considero verdadeiros crentes e tenho certeza de que estamos do mesmo lado nesta questão. (No máximo pode haver, talvez, pequenos graus de diferença no entendimento ou definição ou uso de alguns termos ...).

Claro, claro, há passagens com sentido poético, há abundante uso de figuras de linguagens, e creio que nós dois concordamos juntos que elas assim devem ser interpretadas. Talvez um exemplo esclareça melhor:

Se o jornal diz que “a educação é o caminho que o Brasil deve trilhar”, todos entendem que “caminho” não é uma rodovia, “trilhar” não é com pés físicos literais! Todos entendem que “caminho” significa ai ação a ser tomada para a salvação do nosso país. Para mim, esta é a interpretação LITERAL, literal-óbvia-indiscutível dentro do seu contexto. Não há outra interpretação possível. Ninguém precisa entender diferentemente.

Semelhantemente, onde Cristo diz “Eu sou o caminho ...”, devemos entender que “caminho” significa ai adesão e fé a serem exercidas para que qualquer pessoa receba salvação pessoal do inferno e adoção pelo Pai. Para mim, esta é a interpretação LITERAL, literal-óbvia-indiscutível dentro do seu contexto. Não há outra possível. Ninguém precisa entender diferentemente.

Interpretação alegórica é o oposto do acima. É dizer “A palavra `Eu` significa a igreja Fulana; `o caminho` é muito radical, devemos interpretar como sendo apenas `um dos caminhos`.”

Com interpretação alegórica, o interpretador faz a Bíblia ensinar qualquer coisa que ele quiser. Com interpretação alegórica, vai-se à Bíblia para torcê-la de modo a dizer o que o homem quer, é Deus que tem que se dobrar ao homem e não este a Deus.

Tenho certeza de que ambos concordamos em querer o primeiro tipo de interpretação e não o segundo.
 
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Perguntas e Respostas Sobre Qual O Dia da Crucificação de Cristo





Amado irmão, Pr. AAAA:

Folgo em receber sua carta, é com alegria que vou procurar respondê-la:



> PERGUNTA 1. Que dia da semana era comemorada a páscoa?

No ano 32 a páscoa comemorada por Jesus com seus discípulos caiu numa QUARTA-FEIRA, e a páscoa comemorada pelas multidões caiu numa QUINTA-FEIRA. Expliquemos:

A páscoa era realizada no dia 14 de Nissan. Mas os judeus estavam divididos quanto ao calendário:

- A grande maioria seguia os Saduceus, que governavam o Templo e impunham as datas usando um calendário lunar, no qual a páscoa podia cair às vezes em um, às vezes em outro dia da semana (no ano 32 caiu numa quinta-feira).

- Uma minoria seguia os Fariseus usando um velho calendário sacerdotal, solar, no qual a páscoa sempre caia numa quarta-feira.

Cristo deve ter seguido o calendário solar pois, quando para ele era 14 de Nissan (pois que ele comeu a ceia pascal com seus discípulos, ver João 18:28), o calendário oficial religioso só marcava 13 de Nissan (pois que, para os Saduceus governando o Templo e a vida religiosa do país, a páscoa oficial seria no dia seguinte). Isto explica como Cristo comeu a páscoa (João 18:28) mas, na noite seguinte, os religiosos oficiais ainda iam comer a Páscoa.

Não guardei as referências de todos as anotações quase taquigráficas que juntei sobre este assunto (entre outros) ao longo dos anos, mas o irmão poderá encontrar umas poucas referências em “Pictorial Encyclopedia of the Bible”, 1975, Vol. 4, page 608. Creio que a referência mais importante deve ser “La Date de la Céne”, Mlle. Annie Jaubert, 1957.  A literatura do Qumran também é importante, um importante overview dela é “The Scrolls and Christian Origins”,M. Black, 1961.
Veja esta citação, diz basicamente a mesma coisa:
“No ano 32 segundo nosso calendário, Cristo foi traspassado e verteu todo Seu sangue ao anoitecer de uma QUARTA-FEIRA (nossa). Para os judeus, esta ocasião foi o fim do dia 14 de Nissan, portanto foi a hora da imolação do cordeiro da Páscoa e o início do quinto dia da semana. Este quinto dia da semana foi também considerado um sabath (que significa dia de cessação dos trabalhos), pois, sendo o primeiro dia da festa dos pães asmos, era dia religioso a ser guardado em descanso. Cristo ressuscitou durante a noite do sétimo dia da semana para o domingo. Portanto, como tinha profetizado, Cristo ficou exatamente 3 dias completos e 3 noites completas no seio da terra, com a porta do túmulo fechada, até que ressuscitou e dele saiu.

Por tudo isso, a última ceia do Senhor com seus apóstolos ocorreu numa noite da terça para a quarta-feira, noite que chamaríamos 13 de abril mas que, para Cristo, já era 14 de Nissan e, para outros judeus, era 13 de Nissan.

Notemos que, devido às diferenças entre o ano solar, adotado por alguns, e o ano lunar, adotado por outros, em certos anos havia alguns judeus que começavam a contar o 1o. dia do ano antes dos demais. Isto ocorreu naquele ano. Para Cristo e seus discípulos, aquela terça-feira era 14 de Nissan, enquanto para os demais era somente 13 de Nissan. Por isso, Cristo guardou a Páscoa um dia antes dos demais.”



> PERGUNTA 2. Qual era o primeiro dia dos pães asmos?
Dia 15 de Nissan (pôr de sol a pôr de sol). Quanto a em que dia da semana ele caia, ver a resposta (1).



> PERGUNTA 3. Quando começava e quando terminava o sábado?

Pôr de sol a pôr de sol.



> PERGUNTA 4. Que dia da semana era o dia da preparação para a páscoa?

Dia 13 de Nissan (pôr de sol a pôr de sol) era o dia da preparação da páscoa. O Cordeiro era imolado “entre os dois anoitecer” e era comido durante a noite que começa o dia 14 de Nissan. Quanto ao dia da semana em que estas coisas caiam, ver resposta (1).



> PERGUNTA 5. A reunião dos sacerdotes e fariseus com Pilatos foi no sábado (Mt 28:62)?

O irmão deve ter querido dizer Mt 27:62. O dia da reunião foi no dia seguinte ao da preparação, portanto, no calendário dos Saduceus, foi 15 de Nissan, o primeiro dia da Festa dos Asmos, um sabath (dia de cessação de trabalhos), mesmo caindo na quinta-feira.



> ou foi na sexta (Mc 15:42)?

O texto não diz “sexta-feira”, não diz nada equivalente ao sexto dia da semana, só diz que o dia da crucificação foi um dia de preparação, isto é o dia imediatamente antes do sabath (dia de cessação de trabalhos). Este sabath foi 15 de Nissan, não necessariamente um sétimo dia da semana (mas sim uma quinta-feira).



> ou teria sido numa quinta feira?

Sim. Já explicado.



> PERGUNTA 6. Cronologia:
> * 1o. dia dos pães asmos Jesus comeu a ceia
> * Nesta mesma noite foi a Getsêmani e foi preso e levado ao Sinédrio
> * De manhã cedinho foi levado até Pilatos (2o. dia dos pães asmos)
> * Pilatos manda Jesus para Herodes
> * Herodes devolve Jesus para Pilatos
> * Pilatos entrega Jesus para os soldados - acredito que toda essa movimentação com Jesus deve ter levado um dia inteiro ou mais.
> * Crucificação - Em João diz que era a parasceve. O que é isso? João 19:14
> * Sepultamento - mesmo dia da crucificação - antes do sábado.João 19:31-42


Creio que a cronologia foi diferente, já a rascunhei há muitos anos atrás, mas não a tenho no computador nem sei onde a coloquei, por gentileza lembre-me antes do fim do ano, OK? Ela é basicamente a cronologia da Bíblia Anotada de C.I. Scofield, só que adaptando-a para a crucificação na quarta-feira.



> Para concluir somente um comentário sobre sua afirmação acerca do único modo de interpretação da Bíblia pelos verdadeiros crentes.  Me considero um verdadeiro crente, porém reconheço que existem muitas passagens bíblicas que não podem ser interpretadas no seu sentido literal, pois neste caso teríamos que furar os olhos e cortar as mãos  de muitos crentes.

Ah, querido irmão, pastor AAAA! De modo algum quis ofender o senhor, amado! Nem a nenhum crente nem pastor semelhante ao senhor, pois os considero verdadeiros crentes e tenho certeza de que estamos do mesmo lado nesta questão. (No máximo pode haver, talvez, pequenos graus de diferença no entendimento ou definição ou uso de alguns termos ...).

Claro, claro, há passagens com sentido poético, há abundante uso de figuras de linguagens, e creio que nós dois concordamos juntos que elas assim devem ser interpretadas. Talvez um exemplo esclareça melhor:

Se o jornal diz que “a educação é o caminho que o Brasil deve trilhar”, todos entendem que “caminho” não é uma rodovia, “trilhar” não é com pés físicos literais! Todos entendem que “caminho” significa ai ação a ser tomada para a salvação do nosso país. Para mim, esta é a interpretação LITERAL, literal-óbvia-indiscutível dentro do seu contexto. Não há outra interpretação possível. Ninguém precisa entender diferentemente.

Semelhantemente, onde Cristo diz “Eu sou o caminho ...”, devemos entender que “caminho” significa ai adesão e fé a serem exercidas para que qualquer pessoa receba salvação pessoal do inferno e adoção pelo Pai. Para mim, esta é a interpretação LITERAL, literal-óbvia-indiscutível dentro do seu contexto. Não há outra possível. Ninguém precisa entender diferentemente.

Interpretação alegórica é o oposto do acima. É dizer “A palavra `Eu` significa a igreja Fulana; `o caminho` é muito radical, devemos interpretar como sendo apenas `um dos caminhos`.”

Com interpretação alegórica, o interpretador faz a Bíblia ensinar qualquer coisa que ele quiser. Com interpretação alegórica, vai-se à Bíblia para torcê-la de modo a dizer o que o homem quer, é Deus que tem que se dobrar ao homem e não este a Deus.

Tenho certeza de que ambos concordamos em querer o primeiro tipo de interpretação e não o segundo.
 
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NATAL: Quando Jesus Nasceu?

NATAL: Quando Jesus Nasceu?
 Usando-se somente a Bíblia
, a resposta é SETEMBRO.
(na Festa dos Tabernáculos?)




Somente pela Bíblia:
- Os levitas eram divididos em 24 turnos Ex 12:1-2; 13:4; Dt 16:1.
- O 1o. mês do ano, Abide (mais ou menos nosso abril), tinha os turnos 1 e 2; o 2o mês (mais ou menos maio) tinha os turnos 3 e 4; etc.
- O 8o. turno pertencia a Abias 1Cr 24:10, portanto este turno caia no final do 4o. mês judaico, Tamuz (mais ou menos junho).
- Zacarias era sacerdote e ministrava no templo durante o turno de Abias Lc 1:5,8,9.
- Terminado o seu turno, voltou para casa e sua esposa Isabel concebeu João o submersor Lc 1:23-24 no final do mês Tamuz (mais ou menos junho) ou início do mês Abe (mais ou menos julho).
- Jesus foi concebido 6 meses depois Lc 1:24-38, no fim de Tebete (mais ou menos dezembro) ou início de Sebate (mais ou menos janeiro).
- 9 meses depois, no FINAL DE ETENIM (mais ou menos SETEMBRO), mês em que os judeus comemoravam a FESTA DOS TABERNÁCULOS, Deus veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").
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NATAL: Quando Jesus Nasceu?

NATAL: Quando Jesus Nasceu?
 Usando-se somente a Bíblia
, a resposta é SETEMBRO.
(na Festa dos Tabernáculos?)




Somente pela Bíblia:
- Os levitas eram divididos em 24 turnos Ex 12:1-2; 13:4; Dt 16:1.
- O 1o. mês do ano, Abide (mais ou menos nosso abril), tinha os turnos 1 e 2; o 2o mês (mais ou menos maio) tinha os turnos 3 e 4; etc.
- O 8o. turno pertencia a Abias 1Cr 24:10, portanto este turno caia no final do 4o. mês judaico, Tamuz (mais ou menos junho).
- Zacarias era sacerdote e ministrava no templo durante o turno de Abias Lc 1:5,8,9.
- Terminado o seu turno, voltou para casa e sua esposa Isabel concebeu João o submersor Lc 1:23-24 no final do mês Tamuz (mais ou menos junho) ou início do mês Abe (mais ou menos julho).
- Jesus foi concebido 6 meses depois Lc 1:24-38, no fim de Tebete (mais ou menos dezembro) ou início de Sebate (mais ou menos janeiro).
- 9 meses depois, no FINAL DE ETENIM (mais ou menos SETEMBRO), mês em que os judeus comemoravam a FESTA DOS TABERNÁCULOS, Deus veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").
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