11/07/2011

TODOS PRECISAM DE DISCIPULADO


Texto: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13:35)

Verdade Central
 : não há discipulado sem relacionamento. Discipulado vem de disciplina a outrem, ou seja, trazer a pessoa para moldar o caráter em um nível de saúde e de resposta eficaz.

Introdução
 : a palavra-chave no relacionamento é discipulado. Você precisa saber o que é discipulado. Discipulado é traduzido em relacionamento. Discipulado é dar para receber. Discipulado não é discurso. Se você está no discurso, você está gastando a palavra discipulado. Não faça isso com a Visão e com os seus discípulos.

A 
Visão Celular é uma Visão de relacionamento, de ganhar, consolidar, discipular e enviar. 


Trabalharemos juntos para melhorar o conceito de discipulado e levar o nosso povo ao compromisso com resposta. Vamos restaurar a linguagem do discipulado, não permitindo que seja usada fora do contexto, para que, quando as pessoas disserem que estão sendo discipuladas, possam dessa forma expressar-se corretamente, ou pelo menos, da forma mais apropriada do significado real da palavra, segundo o modelo de Jesus.
 

1. Discipulado é intimidade
 
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade;” (Jo 1:14)
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.” (Jo 14:16)

Precisamos voltar aos princípios bíblicos do Senhor, pois eles são eternos. Jesus está trazendo a Sua Igreja ao discipulado novamente. Ao vir a Terra e nos salvar, Ele morreu, ressuscitou e decidiu morar dentro de nós. Quer discipulado melhor do que esse? Não existe!
 

Jesus habita dentro de nós. Este é um ato que nos consolida diariamente. O discipulado de Jesus é: fazer morada. Esse é o discipulado do Mestre gerar intimidade de morada, conhecer a nossa morada e Se fazer conhecido por nós.
 

Conheça a morada do seu discípulo. Não crie argumentos dizendo que o seu discipulador não sabe onde você mora. Conheça você a morada do seu discípulo. Faça melhor que o seu discipulador terreno, porque o Discipulador maior, Jesus, mora dentro de você. Ele é o seu referencial.

2. Discipulado é abrir portas
 
“Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: Que buscais? Disseram-lhe eles: rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde pousas? Respondeu-lhes: Vinde, e vereis. Foram, pois, e viram onde pousava; e passaram o dia com ele; era cerca da hora décima.” (Jo 1:38-39)

Faça o seu papel de discipulador. Sente-se à mesa com seus discípulos. Discipulado é abrir as portas para relacionamento. Se as pessoas não conhecem a sua casa porque você fecha a porta, significa que há coisas na sua vida que elas não podem saber. Então, você não pode fazer discípulos. Quem não se relaciona não pode fazer discípulo.
 

Não queime a palavra discipulado. Use-a discipulando. A palavra discipulado não é para ser usada só na fala, mas na prática. Os discípulos precisam se sentir amados.
 

3. Discipulado é frutificar
 
“Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.” (Jo 15:8)

No Salmo 1 a Palavra diz que o justo é como árvore frutífera que dá o fruto na estação própria, cujas folhas não murcham. As folhas são as células (Ap 2:2). A árvore busca água no rio através da raiz, mas para isso não muda de ambiente. Assim você e os seus discípulos precisam ser. Vocês precisam ir buscar água onde ela estiver, mas sem sair do lugar no qual você está plantado e ali FRUTIFICAR.
 

Essa é a visão do discipulado: frutificar onde se está plantado, gerando relacionamento, sem gastar a palavra discipulado de forma desnecessária.
 

4. Discipulado é prática
 
“Antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, e havendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.” (Jo 13:1)

Se o discipulador é coerente, ele sempre consolida o ministério do discípulo através de reuniões, macro-células, gabinetes etc. Discipulado é prática e todo líder que investe nos seus discípulos alcança um discipulado com resposta, pois todo discipulado trabalha por uma resposta. Em todo o ministério de Jesus, vemos o Mestre andando junto com os seus discípulos, ensinando-os e comissionando-os. Ele os amou e investiu na vida deles.
 

O lugar que amamos é o lugar no qual sentimos prazer de ficar. Faça com que seus discípulos sintam-se amados. Gere relacionamento com eles cumprindo cada um dos passos acima. E chegará um momento no qual o relacionamento no discipulado tornar-se-á um estilo de vida para você e para os seus discípulos. Você é um discipulador de excelência e um consolidador de êxito.
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A Oração e os cinco sentidos...Orai sem cessar




Sem oração não conseguimos enxergar,em meio às densas trevas, que algumas vezes fazem parte da nossa vida.
Sem oração não conseguimos sentir o toque de Deus ao caminhar em meio às pedras que surgem ao longo da jornada.
Sem oração não conseguimos ouvir, a doce voz do Espírito Santo quando Ele nos fala ao coração.
Sem oração não conseguimos respirar a doce brisa de cada manhã.
Sem oração não conseguimos nós alimentar da mais pura palavra, o pão vivo que desceu do céu, o maná no deserto ou contemplar a sublime provisão de Deus.
Sem oração ficamos paralisados, indefesos, e sujeito a todo tipo de ataque, e não conseguimos nós defender, pois a oração é também arma de defesa.
O nosso corpo (Igreja) precisa de oração, ele precisa estar apaixonado por orar, pois só assim enxergará o amado de sua alma, assim conseguirá ouvi-lo, senti-lo, tocá-lo e por fim seremos capazes de viver a experiência da maravilhosa presença de Deus.
Sem oração não existe comunhão, e não há como contemplar, não há como adorar, não é possível sentir compaixão.
Sem oração não entendemos o que significa misericórdia.
Sem oração morreremos, é preciso orar,
Sem oração ficamos dispersos, alienados e acabamos por conformarmos com uma vida sem a GRAÇA.
Sem oração não lutamos, não enxergamos vitórias mais somente derrotas.
Sem oração calamos, e não proclamamos o Evangelho de poder.
Sem oração simplesmente esquecemos-nos das promessas.
Sem oração não somos avivados.
É preciso amar oração, ela tem que ser o nosso oxigênio.
É preciso entregar-se em oração.
Orar é entregar-se em absoluta confiança, é um exercício de fé, no invisível...
Orar é um ato de certeza, que demonstra amor, e é estar definitivamente adorando a Deus.



Pastor : Dirceu
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10/07/2011

Jesus, o pão da vida


 Jo 6,30-35 Os discípulos disseram: 
- Que milagre o senhor vai fazer para a gente ver e crer no senhor? O que é que o senhor pode fazer? Os nossos antepassados comeram o maná no deserto, como dizem as Escrituras Sagradas: "Do céu ele deu pão para eles comerem." 
Jesus disse: 
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: não foi Moisés quem deu a vocês o pão do céu, pois quem dá o verdadeiro pão do céu é o meu Pai. Porque o pão que Deus dá é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. 
- Queremos que o senhor nos dê sempre desse pão! - pediram eles. 
Jesus respondeu: 
- Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede.   A multidão que participou da partilha dos pães na montanha e, depois, seguiu Jesus em Cafarnaum, acaba percebendo que Jesus propõe algo novo. Pedem-lhe um sinal para crer. Não entenderam o sinal da partilha. Querem um sinal extraordinário como o de Moisés e o maná. É o apego do judaísmo às suas tradições, fechado à novidade de Jesus. Querem um messias poderoso, mesmo que seja opressor e explorador. O sinal de Jesus é o resgate e o cultivo da vida. É a transformação das pessoas que, acolhendo o seu amor, passam a ser também fonte de vida para outros. Jesus deixa claro: o que vem do céu vem do Pai. O maná não foi dado por Moisés. É o Pai que dá o verdadeiro pão do céu, o pão que dá vida ao mundo. E este pão é Jesus. Os que o ouvem se sensibilizam de modo semelhante à samaritana quando Jesus oferece a fonte d''água da qual quem beber nunca mais terá sede. Pedem desse pão para sempre. Jesus identifica-se como sendo ele próprio o pão da vida. É Jesus que alimenta a vida eterna em nós por sua palavra, seu amor e seu testemunho.



  Pastor : Dirceu
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O Vale de Ossos Secos




"... O Senhor me levou em espírito e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos... eram numerosos e estavam sequíssimos... Então me disse: Profetiza sobre estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor... Então profetizei...
e eis que se fez um reboliço, e os ossos se juntaram, cada osso ao seu osso... E profetizei como ele me deu ordem: então o espírito entrou neles e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo." (Transcrição parcial do texto de Ezequiel 37.1-14)
Uma das mensagens desse texto é a esperança baseada no poder de Deus.

Se Deus enviasse o profeta ao meio de pessoas doentes, Ezequiel talvez pudesse sugerir tratamentos para elas. Porém, Deus o coloca diante de mortos, e não apenas isso, mortos há muito tempo, com seus ossos sequíssimos. É um quadro que mostra o fim dos recursos naturais e humanos. Aparentemente, é o fim de tudo. Mas os recursos divinos ainda não se esgotaram. Aleluia!
Quando tudo parece perdido, Deus ainda tem solução. Veja o caso de Lázaro (João 11). Jesus chegou quatro dias depois do seu sepultamento. Parecia tarde demais, mas para Deus não era, e ele foi ressuscitado.
Aquele vale cheio de ossos desarticulados e misturados mostra a desorganização de uma vida sem Deus. Vida? É mais apropriado dizer uma morte em vida. Desorganização nos sentimentos, nos negócios, nos objetivos, na família, etc. Muitas pessoas hoje são verdadeiros mortos-vivos. Já sepultaram seus sonhos e seus ideais. Deus disse ao profeta :"Filho do homem, profetiza aos ossos: ossos secos ouvi a palavra do Senhor..." A Palavra de Deus é o remédio para o problema do homem. É através da palavra de Deus, a Bíblia, pregada e ensinada, que os mortos espirituais viverão. A Palavra de Deus é viva (Hb.4.12) e comunica vida. Aqueles que receberem de bom grado essa Palavra, serão por ela transformados, vivificados.
Cada osso vai encontrando seu lugar no corpo. Isso pode ser usado de forma aplicada para dizer que cada pessoa vai encontrando sua posição no corpo de Cristo, que é a igreja. Vai encontrando sua razão de viver, sua missão, seu objetivo de vida, sua função.
O texto destaca ainda a importância da ação do Espírito de Deus sobre nós. De nada adianta tudo estar no seu lugar, se não houver a ação do Espírito Santo, se não houver unção, se não houver poder. Seria como um motor de um carro que estivesse bem montado, mas sem o lubrificante e o combustível necessários ao seu perfeito funcionamento. Assim, nossas igrejas não devem ser apenas organizações bem estruturadas. Isso é bom, mas não é suficiente. Não podemos funcionar sem o poder do Espírito Santo, sem a unção dos céus.
Uma vez que estamos vivificados pela Palavra, e ungidos pelo Espírito, tornamo-nos um exército. Deus não ressuscitou aqueles mortos para que cada um fosse cuidar de seus próprios interesses. Deus os ressuscitou para que se tornassem um exército para lutar na causa do Senhor. Aqueles que são vivificados, salvos pelo Senhor, serão usados para alcançar outros. Isso não quer dizer que deixaremos de cumprir com os nossos deveres. Vamos trabalhar, estudar, divertir, etc. Mas nada disso ocupará o lugar de Deus em nossas vidas. Nada disso poderá impedir que façamos nosso trabalho na obra de Deus. Ele nos ressuscitou (Ef.2.1-2). Logo, nossa vida pertence a ele e vamos viver para a sua glória.



Pastor Dirceu
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07/07/2011

"SENHOR ENSINA-NOS A ORAR"

 


Oramos em nome de Jesus. Amém." Tal expressão encerra muitas orações. Não pensaríamos em terminar uma petição a Deus sem ela. Ela brota de nossas línguas insensivelmente, quase sem pensarmos. Por que esta simples frase é tão significativa? Será que ela confirma nossa oração, como a senha de identificação que digitamos num caixa eletrônico quando precisamos de dinheiro? Suponhamos que um irmão, orando numa reunião, se esqueça de concluir sua petição desta maneira. Sua oração chegaria ao trono de Deus?
A oração é imprópria se não for em nome de Jesus. Expressar isto é uma aplicação óbvia do mandamento de Paulo para fazermos tudo em nome do Senhor Jesus (Colossenses 3:17). O próprio Salvador instruiu seus apóstolos a orar em seu nome. Um pouco antes de irem ao Getsêmane, Jesus insistiu com seus apóstolos para que pedissem ao Pai o que necessitassem. Encorajando-os a orar, ele insistiu que fosse em seu nome. "E tudo quanto pedirdes em meu nome.... Se me pedirdes alguma coisa em meu nome" (João 14:13-14). Mais tarde, no mesmo discurso, ele repetiu esta condição para que o Pai os ouvisse (João 15:16; 16:23,26).
Em que consiste orar em nome de Jesus? Estava Jesus exigindo mero reconhecimento verbal por seus apóstolos? Soa assim, porque isto é o que um nome significa para nós. Como mães gestantes, podemos gastar meses para determinar um bom nome para nosso filho. O nome identifica nosso filho e o distingue das outras crianças. Entretanto, o nome em si ao qual nosso filho responde não significa nada, salvo por sua novidade ou para o membro da família do qual ele descende. Ele revela pouco do caráter ou personalidade de nosso filho.
O nome de Jesus nos diz como o chamamos, mas nos diz mais. Revela-nos quem ele é. Quando Jesus disse aos seus apóstolos que orassem em seu nome, ele estava insistindo com eles pela percepção e aceitação de sua natureza divina, caráter e propósito. Isto é evidente em João 14. Jesus disse aos seus apóstolos que ele ia preparar um lugar para eles. Tomé pediu informações. Filipe pediu para ver o Pai. Jesus respondeu, declarando que ele era o único caminho para ir ao Pai. O acesso ao Pai era impossível sem Jesus. O nome de Jesus, pelo qual ele insistia com eles para que orassem, era uma revelação de sua pessoa, uma descrição de sua verdadeira natureza e ser, uma declaração da salvação que ele tinha vindo assegurar aos homens.
Os apóstolos aprenderam o significado do nome de Jesus por meio da cruz. O Calvário ensinou-lhes que Deus reconciliaria os homens consigo através de Jesus. Esta verdade transformou-os. Eles curavam em seu nome, demonstrando o poder de Jesus para dar a salvação. Eles pregavam em seu nome, insistindo com os homens para que o aceitassem como Senhor e Cristo. Eles compeliram os homens a confessarem seu nome, afirmando sua crença de que Deus o tinha ressuscitado dentre os mortos. Eles insistiam com os homens a invocarem o seu nome, permitindo que o pecado deles fosse lavado. Eles batizavam em seu nome, sabendo que este Cristo era aquele através de quem o perdão poderia ser concedido.
Orar em seu nome significa que apreciamos quem Jesus é, confiamos nele pelo que ele tem feito e respeitamos sua vontade. Um pecador sincero pode orar por perdão através do nome de Jesus, mas sua recusa a obedecer ao evangelho nos termos de Deus significa que seu pedido ficará sem resposta. Uma pessoa poderia ser levada erradamente a orar por uma cura miraculosa ou pedido de riqueza material em nome de Jesus, mas ela faz um tal pedido fora da vontade que Jesus revelou. Ela pede incorretamente, e não recebe. Se orarmos sem sinceridade, seja por hipocrisia (Lucas 18:11-12) ou por exibição (Mateus 6:5), pouco é conseguido, mesmo se juntarmos o nome de Jesus a nossa oração. Esquecemos momentaneamente a base sobre a qual participamos da comunhão com Deus.
É somente através de Jesus que podemos nos aproximar de Deus e fazer pedidos. Declarar seu nome em nossas orações é mais uma lembrança verbal do que uma expressão essencial. O verdadeiro teste da oração em seu nome é se nossa atitude e modo de vida refletem ou não uma confiança em Jesus como o único caminho para ir ao Pai.
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06/07/2011

Após previsão falha do Fim do Mundo, população pede a cassação da Family Radio



 Sete denuncias, em diversos Estados, reclamam que as mensagens do grupo de Harold Camping enganam milhares de pessoas.


Depois que o mundo não acabou no dia 21 de maio, como previa Harold Camping, várias pessoas fizeram reclamações para a Comissão Federal de Comunicações (FCC), exigindo que as licenças de dezenas de estações de Rádio AM e FM da Family Radio, fossem revogadas.


Segundo informou o jornal New York Times, entre 11 de janeiro de 25 de maio foram registradas sete queixas contra a empresa de Camping em diversas regiões dos Estados Unidos onde a Family Radio possui estações.


As denuncias alegam que o ministério criou um pânico público e que enganou milhares de ouvintes que chegaram a enviar dinheiro ao Family Radio para ajudar na propagação da profecia falsa. Segundo o ministério, foram gastos “dezenas de milhões de dólares” promovendo a previsão de arrebatamento no dia 21 de maio.


A queixa de Stevensville, Maryland, disse: “Eles estão distribuindo mensagens de ódio e homofobia no ar, incluindo: ‘Orgulho Gay é um sinal do fim do mundo’”.


O porta-voz do ministério, Tom Evans, disse em um email que não houve uma investigação formal, e, “A FCC não nos contatou, então eu não tenho interesse em comentar”.


Por causa da mensagem sobre o final do mundo, duas tragédias aconteceram e sobre elas a FCC deve se preocupar, já que o governo federal americano não intervém quando os assuntos envolvem religião, mas nesse caso houve morte e tentativa de homicídio.


Na Antioquia, em 21 de maio, Victor Frasno, como foi relatado, teria tentado alcançar Deus através do lago, e acabou se afogando pois não sabia nadar. Já em Palmdale, Califórnia, Lyn Benedetto cortou a garganta de suas duas filhas, e depois a sua própria, segundo a polícia, para que elas não sofressem no juízo final iminente. Todos sobreviveram e Benedetto, a mãe, está na cadeia aguardando julgamento.


“O ensino sobre o arrebatamento é simplesmente abusivo”, disse Marlene Winelle. Para ela não será surpresa se a FCC não interceder, visto que na cultura religiosa não é fácil responsabilizar alguém.


Harold Camping, depois de a previsão ter falhado alegou que a nova data é o dia 21 de outubro. Ele está no momento fora de ar, se recuperando de um acidente vascular cerebral leve em uma clínica de repouso


Fonte: Gospel Prime
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05/07/2011

Cristo, Plenitude de Deus








Os Paradoxos de Cristo

 

Gregório Naziazeno

 

Cristo sentiu fome, como homem, e satisfez no homem a sua fome de Deus.
Que contraste – sentiu fome e era o Pão da Vida!
Cristo padeceu sede como homem e, contudo, havia dito: "O que tenha sede,
venha a mim e beba!"
Sentiu-se cansado algumas vezes e, entretanto, é nosso descanso.
Pagou tributo como vassalo, e era o Rei dos reis.
Foi chamado de diabo, e todavia expulsou os demônios.
Orou, e é o que escuta as nossas orações.
Chorou, e no entanto é o que enxuga as nossas lágrimas.
Foi vendido por trinta moedas de prata e, a despeito desse ignominioso fato, é o resgate do mundo.
Emudeceu como uma ovelha, e todavia é a Palavra Eterna. Não teve lugar próprio onde reclinar a sua cabeça, e contudo pertencem-lhe todas as possessões terrenas.
Todos o abandonaram; ficou sozinho, e malgrado dispunha na Eternidade de incontáveis legiões de anjos prontos a cumprir as suas ordens. Foi rejeitado e crucificado pelos homens, embora "tivesse vindo para o que era seu!" (Jo 1.11).
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26/06/2011

O que fazer quando Deus parece ausente?



Texto: Sl 22.1,2
Introdução
> Exemplo de quando a Gabi foi fazer a prova da GV (ela quis que eu a levasse até a sala de prova). A presença dos pais é uma fonte de segurança durante toda nossa existência!
> “Prestamos um desserviço quando falamos apenas da presença de Deus e não preparamos os outros para enfrentar os momentos em que Deus parece ausente” (Yancey citando Nouwen).
> Obviamente Deus está sempre presente, até porque Ele é onipresente, mas há momentos em nossas vidas em que Ele parece ausente – ver Sl 10.1; 13.1; 89.46; Is 64.7; Jr 14.8.
> “A ausência de Deus pode representar um período de provação do qual nem o próprio Jesus escapou” – ver Mt 27.46 (Yancey)
Transição
> Há momentos na caminhada de cada cristão em que Deus parece ausente, distante, inatingível.
> A Bíblia nos revela algumas atitudes a serem observadas quando Deus parece ausente.
I.) Devemos fazer uma auto-avaliação para verificar se Deus está querendo que façamos correções em nossas vidas
> Talvez não seja o caso de fazer correções, mas em momentos em que Deus parece ausente é sempre salutar fazermos um auto-exame para verificarmos se nossa vida está em dia com o Senhor!
> Em um dos momentos da história do povo de Israel em que talvez Deus tenha aparentemente estado mais ausente, ou seja, quando a cidade de Jerusalém e o templo foram destruídos quando da invasão de Nabucodonosor, Jeremias exortou o povo a um auto-exame – ver Lm 3.40.
II.) Devemos buscar ajuda em outros que já passaram pelo que nós estamos passando
> Talvez José (no período de prisão), Moisés (no período de deserto) e Davi (no período em que fugia de Saul e morava em cavernas) tenham sentido a “ausência” de Deus. Notar como eles agiram, o que escreveram (principalmente no caso de Davi, nos Salmos) pode representar grande ajuda nos momentos em que Deus parece ausente.
> Busque escritores que passaram pelos mesmos problemas e situações que você está passando. Você pode encontrar verdadeiras fontes de água no deserto. Temos ótimos livros e autores disponíveis. Isso pode ser de grande consolo e valia – Ver 2 Co 1.3,4
III.) Devemos entender esses momentos como um importante estágio de crescimento espiritual
> Exemplo da relação dos pais com os filhos: quando o filho está aprendendo a andar, os primeiros dias do filho na escola, o primeiro trabalho, a primeira experiência difícil em que o filho não pode contar com a proteção dos pais.
> Tanto José, Moisés e Davi, certamente experimentaram grande crescimento espiritual nesses momentos de aparente ausência de Deus. Ver ainda Jó 42.5.
IV.) Devemos nos apegar firmemente às práticas devocionais
> Devemos se apegar a Deus “com unhas de dentes”, como nunca antes, mesmo que pareça que você está falando sozinho, mesmo que você não tenha nenhum sentimento da presença de Deus. Ore, leia as Escrituras, participe dos cultos (ver 1 Cr 16.11; 1 Ts 5.17; Sl 1.2; Hb 10.25). Esse tempo de aparente ausência de Deus vai passar!
> Trecho do livro “Cartas do diabo ao seu aprendiz” do C. S. Lewis (pág. 233 do livro “O Deus Invisível” de P. Yancey).
V.) Devemos ter em mente que estes momentos podem estar precedendo a chegada de grandes bênçãos
> Em um dos períodos de maior silencio de Deus na história de seu povo, conhecido como Período Interbíblico (400 anos do silêncio de Deus), esta “ausência” de Deus precedeu a maior de todas as bênçãos que estavam por vir: Jesus!
> Mesmo nas vidas de José, Moisés e Davi, estes momentos de aparente ausência de Deus foram prenúncios de grandes bênçãos: José se tornou governador do Egito, Moisés se tornou o líder do povo de Israel e o instrumento de Deus para libertar o povo do Egito e guiá-lo pelo deserto rumo à Terra Prometida, e Davi se tornou rei do povo de Israel!
> Você já enfrentou ou tem enfrentado momentos em que Deus parece ausente. Creia que estes momentos são prenúncios de grandes bênçãos que estão por vir (Jr 29.11; Rm 8.28).
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Consequências do Pecado na Família



Texto: Isaías 5.24b,25a
Introdução
> Algumas considerações sobre o pecado por Martin Lloyd Jones:
> O pecado é uma terrível doença e seus sintomas são inúmeros.
> A força mais poderosa no mundo, depois do poder de Deus, é o poder do diabo, o poder do pecado.
> O pecado não respeita ninguém: pobres, ricos; cultos, ignorantes; experientes, inexperientes; ninguém tem imunidade natural ao pecado.
> Somos bons em medicar sintomas, mas muito pobres em curar a doença.
> Nada que a civilização haja produzido foi bem sucedido para lidar com o problema do pecado.
> O pecado sempre ofusca o senso de moral, o senso de certo e errado, e sempre obscurece o senso de justiça!
> Davi era um favorito de Deus, um grande rei, um grande líder militar, um grande poeta, um grande salmista, mas por causa de seu pecado Deus o puniu, apesar de ele ser um dos Seus servos escolhidos! O pecado de um indivíduo sempre afeta também sua própria família.
Proposição
> Apesar de sua graça, Deus sempre pune o pecado e este traz conseqüências para a família.
> A Bíblia nos mostra quais foram os pecados de Davi, e quais as conseqüências de seus pecados para si mesmo e para a sua família.
I.) Os pecados de Davi
> Adultério – 2 Sm 11.1-5
> Mandante de uma morte – 2 Sm 11.14-17
> Bate-Seba e Joabe foram cúmplices dos pecados de Davi – 2 Sm 11.2, 14-18
> Não devemos jamais ser cúmplices dos pecados de outros: “Não te tornes cúmplice de pecados de outrem. Conserva-te a ti mesmo puro” (1 Tm 5.22).
II.) As conseqüências do pecado de Davi sobre si mesmo e sobre sua família
> A profecia de Natã – 2 Sm 12.9-12
> O incesto de Amnon – 2 Sm 13.14
> Absalão mata Amnon – 2 Sm 13.28,29
> Revolta de Absalão e a fuga de Davi – 2 Sm 15.14,16
> Absalão e as concubinas de Davi – 2 Sm 16.22
> A morte de Absalão – 2 Sm 18.14,15
Conclusão
> Cuidado com a noção errada e desequilibrada da graça de Deus! Não devemos abusar da graça. Apesar de Sua graça, Deus sempre pune o pecado!
> Exemplos: Dilúvio, Torre de Babel, Sodoma e Gomorra, Cativeiro Assírio e Babilônico para o povo israelita, Queda de Jerusalém no ano 70 d.C.
> A punição de Deus vem sobre nações, comunidades (famílias) e indivíduos.
> Fujamos do pecado!
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Maria, Mãe de Jesus



Texto: Lc 1.38
Introdução
> Falar sobre mães de pessoas famosas. Que orgulho devem sentir!
> Ser a mãe do Salvador certamente foi o maior de todos os privilégios. Será que Deus escolheu Maria aleatoriamente? Ou será que Deus buscou alguém com características especiais para esta tão sublime tarefa?
> Nós não a adoramos, mas a admiramos e temos nela um grande exemplo de mulher de Deus!
Transição
> Maria foi uma mulher bem-aventurada, abençoada e digna de imitação.
> A Bíblia nos mostra algumas características na vida de Maria, que a fizeram uma mulher abençoada (características estas que devemos seguir para que também sejamos pessoas abençoadas).
I.) Prudência e Busca de Discernimento – Lc 1.26-37
> Cuidado, cautela, prudência, temor prudente. Buscou discernir: o que é isso? Será que isso é de Deus mesmo? – 29, 30, 34.
> Maria não se convenceu fácil. Não era incredulidade, era prudência. Ela estava buscando discernir a situação (v. 34).
> O anjo, por fim, dá a Maria um sinal da veracidade das suas palavras (v. 36, 37).
II.) Pureza – Lc 1.34
> Maria era virgem, pura, guardava-se para o seu marido no casamento.
> Muitas jovens de hoje, na situação de Maria aqui não saberiam dizer quem seria o pai!
> Segundo a Palavra de Deus, o sexo é uma benção para ser desfrutada somente no casamento (nem antes e nem fora do casamento), mesmo que alguém tenha certeza de que seu namorado (a) ou noivo (a) será seu futuro cônjuge.
> O que não falta são “boas desculpas” para desobedecer à Palavra de Deus: “Deus é amor e nós vamos fazer amor!”; “Nós nos amamos”; “Ele (a) será meu (minha) futuro (a) esposo (a)”; etc.
> Para sermos abençoados como Maria, temos que seguir a Palavra de Deus, mesmo que pareça algo careta para todos à nossa volta.
III.) Submissão – Lc 1.38
> Depois de ter certeza da manifestação e do trabalhar divino, Maria demonstrou ser uma pessoa totalmente entregue à vontade do Senhor!
> Se auto-denominou serva do Senhor.
> É interessante notar que Maria poderia ser discriminada em sua época, em sua cidade (provavelmente um pequeno vilarejo onde todos se conheciam) ao aparecer grávida sem haver se casado. Não importavam as conseqüências, o que importava era se submeter à vontade do Senhor!
> No v. 45 diz que ela creu (teve fé). Só se submete quem crê, quem tem fé!
> Você tem fé o suficiente para se submeter à vontade do Senhor para a sua vida, seja ela qual for? Ou ainda tem relutado para entregar, submeter no altar do Senhor alguma área de sua vida?
IV.) Conhecimento da Palavra – Lc 1.46-55
> O cântico de Maria, chamado o “Magnificat”, emprega muitas expressões do AT. Isso demonstra que Maria tinha profundo conhecimento da Palavra de Deus.
> Deus não enviaria seu Filho para ser criado em uma família que não tivesse conhecimento de Sua Palavra!
> Como está o nosso nível de conhecimento das Escrituras? Você lê a Palavra diariamente? Quanto você lê por dia? Já leu a Bíblia toda?
> Precisamos conhecer bem as Escrituras para, a exemplo de Maria, termos uma vida abençoada.
V.) Discrição e Sabedoria quanto ao momento certo de falar – Lc 2.19, 51
> Elucidar Lc 2.8-19, 41-51; para ser mais sucinto pode ser v. 16-19, 46-51.
> Maria era uma pessoa discreta, sábia, reflexiva, que meditava, guardava no coração aquilo que precisava entender melhor e esperava o momento certo de falar!
> Influenciou de forma muito positiva o Filho.
> Como Jesus chegou à conclusão de que Ele era o Messias prometido no AT? Entre outras formas (certamente houve uma revelação interior do Espírito Santo), nos momentos certos e da maneira certa, Maria deve ter ido dizendo para Jesus sobre as profecias que havia ouvido a respeito dele (do Anjo, de Isabel, dos Pastores, de Simeão, etc)
> Maria tinha informações preciosas sobre seu filho, as quais deveria comunicar-lhe com sabedoria e no tempo certo: Lc 1.31-33,35b, 42-45; 2.15-19, 8-14; 25-35; 36-38.
VI.) Atenção às Necessidades – Jo 2.3,5
> Maria estava atenta, ligada às necessidades e às oportunidades!
> Quando estamos atentos às necessidades e oportunidades de servir as pessoas que nos cercam, certamente seremos abençoados como Maria.
> Servir é um dos propósitos de nossa existência. Encontramos sentido, significado para nossas vidas ao servir ao próximo. Quem não entende esta dimensão, vive uma vida egocêntrica, egoísta, sem propósito, sem significado e sem sentido.
> Como Maria, temos estado atentos às oportunidades de servir pessoas?
VII.) Coragem – Jo 19.25-27
> Enquanto a maioria dos discípulos, no momento da crucificação (e logo após à crucificação) estavam escondidos, com medo de represálias (Jo 20.19), Maria estava corajosamente (com outras mulheres e João) junto à cruz em que estava crucificado seu Filho Jesus! Não temeu a perseguição e violência das autoridades dos judeus!
Conclusão
> Maria foi uma mulher especial que, como vimos, teve características maravilhosas. Todavia, o maior exemplo que ela nos traz, é o fato de ter reconhecido sua necessidade de salvação (Lc 1.46,47).
> Certamente é a atitude, o exemplo, a característica que mais devemos imitar em Maria: reconhecer nossa necessidade de salvação. E a salvação está no ente santo gerado no ventre de Maria: Jesus Cristo, o Filho de Deus, o caminho, a verdade e a vida! Fora dEle não há salvação!
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Buscando a Restituição



Texto: Joel 2.25-27
Introdução
> Você já perdeu algo de valor, que já dava como perdido e que posteriormente foi encontrado ou recuperado? Dinheiro, jóias, um grande amor, etc?
> Em Lucas 15, Jesus conta as parábolas da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho perdido, e conta como aqueles que haviam perdido seus “bens” se regozijaram ao encontrá-los.
> Existe algo que você tem perdido ou do que tem sido roubado e que gostaria de recuperar, de ter restituído?
Transição
> Deus pode nos restituir o que perdemos e o que nos foi roubado.
> A Palavra de Deus ensina alguns Passos a serem dados para que ocorra a restituição em nossas vidas.
I.) Reconhecer quem nos rouba e o que ele nos rouba
> Quem nos rouba é Satanás – Jo 10.10
> Na parábola do semeador, ele é quem tira a palavra do coração das pessoas (sementes lançadas à beira do caminho que foram comidas pelas aves do céu) – Lc 8.5, 12.
> Satanás procura nos roubar a paz, a alegria, salvação, saúde, família, filhos, finanças, bênçãos.
II.) Reconhecer o motivo de muitas vezes sermos roubados
> Somos roubados por nossa própria negligência, por darmos ocasião a Satanás e nos afastarmos de Deus.
> É verdade que Deus pode permitir que Satanás se levante contra nós sem que tenhamos sido negligentes ou termos dado ocasião a Satanás, como aconteceu com Jô, por exemplo. Neste caso, porém, assim como Jó teremos nossa consciência tranqüila de que não estamos em falta diante de Deus e saberemos que Ele nos está permitindo tal situação para nos ensinar algo.
> Todavia, em grande parte das vezes somos roubados por negligência, falta de vigilância, por darmos lugar ao diabo e nos afastarmos do Senhor!
> Ex. Povo de Israel – ver Juízes 2.11-15
III.) Reconhecer e crer nas promessas de restituição
> Reconhecer significa conhecer novamente. Alguns não conhecem praticamente nada (nem a primeira vez)
> Muitas vezes pessoas padecem não usufruindo direitos que têm por não conhecerem estes direitos, e, portanto não os fazendo valer.
> Além de conhecer e reconhecer as promessas de restituição devemos acreditar nelas.
> Ler Joel 2.18-27; Sl 71.20; Is 49; Is 61
IV.) Reconhecer que existem condições para que experimentemos a restituição
> Existem condições para experimentarmos as bênçãos de restituição vistas no tópico anterior: conversão, quebrantamento, arrependimento, santificação, oração, intercessão – Ler Joel 2.12-17 (notar que este é o texto imediatamente anterior ao das promessas de benção e restituição!)
> Outro texto interessante a ser considerado: 2 Crônicas 7.13,14
Conclusão
> Vamos praticar o que a Palavra de Deus nos ensina em Jl 2.12-17, em 2 Cr 7.14 e em tantos outros textos e certamente seremos abençoados com muitas bênçãos de restituição em nossas vidas!
Pr. Ronaldo Guedes Beserra
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