02/09/2011

NOMES E SÍMBOLOS DO ESPÍRITO SANTO







INTRODUÇÃO

Econtramos o Espírito Santo sendo descrito nas Sagradas Escrituras de uma maneira impessoal: Como o sopro que preenche, a unção que unge, o fogo que ilumina e aquece, como a água que é derramada e o dom do qual todos pesticipam. Contudo esses nomes são meramente descrições de suas operações. Como já vimos na aula passada não nos resta duvidas quanto a personalidade do Espírito Santo, a terceira pessoa da santissima Trindade. Em todo Novo Testamento, faz-se alusão ao Espírito Santo em termos coloquiais, como "esse" (e não isso) e "aquele" (e não aquilo).

1. Os pronomes e apelativos são largamente usados para descrever sua existência e personalidade:

a) EU (At 10.19,20)

b) ELE (Jo 16.8)

c) AQUELE (Jo 14.26)

d) OUTRO (Jo 14.16)

e) ESSE (Jo 14.26)

Cada nome ou título do Espírito Santo descreve a natureza de sua existência e caráter.

2. Alguns destes nomes e títulos descrevem a sua nature¬za propriamente dita; outros, a sua obra; outros ainda, sua manifestação:

a) O Espírito (1 Co 2.10)

O termo grego “pneuma”, aplicado ao Santo Espírito, evolve tanto o pensamento de “fôlego” como o de “vento”. Como “fôlego” (Jo 20.22; Gn 2.7; Sl 104.30; Jó 33.4; Ez 37.1-10) e como “vento” (Jo 3.6-8; At 2.1-4)

b) O Espírito Eterno (Hb 9.14)

Assim como a eternidade é atributo ou caracteristica da natureza de Deus, semelhantemente a eternidade poder ser atribuída ao Espírito Santo como uma das distinções pessoais no ser de Deus.

c) O Espírito Santo (1 Co 2.10).

Ele é chamado Santo porque é o Espírito do Santo Deus e porque a sua obra principal é a santificação. Deus planejou o plano da salvação, o Senhor Jesus executou esse plano divino e o Espírito Santo estar santificando e preparando a Igreja para que ela em breve estaja para todo o sempre na presença do Deus Santo, do Filho Santo e na presença dEle, o Espírito Santo. O Espírito Santo veio para reorganizar a natureza do homem e para opor-se a todas as suas tendências más.

d) O Espírito da Promessa

O Espírito Santo é chamado assim porque sua graça e seu poder são umas das bênçãos principais prometidas no AT. (Ez 36.7; Jl 2.28). A prerrogativa mais elevada de Cristo, ou o Messias, era a de conceder o Espírito, e esta prerrogativa Jesus a reivindicou quando disse: "Eis que sobre vos envio a promessa de meu Pai" (Lc. 24.49; Gl. 3.14).

e) O Espírito da verdade

Espírito da verdade. O propósito da Encarnação foi revelar o Pai; a missão do Consolador é revelar o Filho. Ao contemplar-se um quadro a óleo, qualquer pessoa notará muita beleza de cor e forma; mas para compreender o significado intrínseco do quadro e apreciar o seu verdadeiro propósito precisará de um intérprete experiente. O Espírito Santo é o Intérprete de Jesus Cristo. Ele não oferece uma nova e diferente revelação, mas abre as mentes dos homens para verem o mais profundo significado da vida e das palavras de Cristo. Como o Filho não falou de si mesmo, mas falou o que recebeu do Pai, assim o Espírito não fala de si mesmo, como se fosse fonte independente de conhecimento, mas declara o que ouviu daquela vida íntima da Divindade.

f) O Espírito da graça (Hb 10.29; Zc 12.10)

O Espírito Santo dá graça ao homem para que se arrependa, quando peleja com ele; concede o poder para santificação, perseverança e serviço. Aquele que trata com desdém ao Espírito da graça, afasta o único que pode tocar ou comover o coração, e assim se separa a si mesmo da misericórdia de Deus.

g) Espírito da vida (Rm 8.2; Ap 11.11)

Um credo antigo dizia: "creio no Espírito Santo, o Senhor, e Doador da vida." O Espírito é aquela Pessoa da Divindade cujo oficio especial é a criação e a preservação da vida natural e espiritual.

h) Espírito de adoção (Rm 8.15)

Quando a pessoa é salva, não somente lhe é dado o nome de filho de Deus, e adotada na família divina, mas também recebe "dentro de sua alma o conhecimento de que participa da natureza divina. Assim escreve o bispo Andrews: "Como Cristo é nossa testemunha no céu, assim aqui na terra o Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus".

i) O Consolador (Jo 14; 15)

Esse é o título dado ao Espírito como aquele que substituiria o Senhor Jesus e passaria a acompanhar os discipulos do Senhor. A palavra "Consolador" ("parácleto", no grego) significa alguém chamado para ficar ao lado de outrem, com o propósito de ajudá-lo em qualquer eventualidade, especialmente em processos legais e criminais. Era costume nos tribunais antigos, as partes aparecerem no tribunal assistidas por um ou mais dos seus amigos mais prestigiosos, que no grego chamavam, "parácleto", e em latim, "advocatus". Estes assistiam seus amigos, não pela recompensa ou remuneração, mas por amor e consideração; a vantagem da sua presença pessoal era a ajuda dos seus sábios conselhos. Eles orientavam seus amigos quanto ao que deviam dizer e fazer; falavam por eles; representavam-nos, faziam da causa de seus amigos sua própria causa; amparavam-nos nas provas, dificuldades, e perigos da situação. O Espírito Santo é chamado "outro" Consolador porque seria ele, em forma invisível aos discípulos, justamente o que Jesus lhes havia sido em forma visível. A palavra "outro" faz distinção entre o Espírito Santo e Jesus; no entanto, coloca-os no mesmo nível. Jesus enviou o Espírito; mas, Jesus vem espiritualmente a seus discípulos pelo Espírito.

3. Simbolos do Espírito Santo

Os seguintes símbolos são empregados para descrever as operações do Espírito Santo:

a) Fogo (Is 4.4; Mt 3.11; Lc 3.16)

O fogo ilustra a limpeza, a purificação, a intrepidez ardente, e o zelo produzido pela unção do Espírito. O Espírito é comparado ao fogo porque o fogo aquece, ilumina, espalha-se e purifica. (Vide Jr 20.9)

b) Vento (Ez 37.7-10: Jo 3.8; At 2.2)

O vento simboliza a obra regeneradora do Espírito e é indicativo da sua misteriosa operação independente, penetrante, vivificante e purificante.

c) Água (Êx 17.6; Ez 36.25-27; 47.1; Jo 3.5; 4.14; 7.38,39)

O Espírito é a fonte da água viva, a mais pura, e a melhor, porque ele é um verdadeiro rio de vida — inundando as nossas almas, e limpando a poeira do pecado. O poder do Espírito opera no reino espiritual o que a água faz na ordem material. A água purifica, refresca, sacia a sede, e torna frutífero o estéril. Ela purifica o que está sujo e restaura a limpeza. É um símbolo adequado da graça divina que não somente purifica a alma mas também lhe acrescenta a beleza divina. A água é um elemento indispensável na vida física; o Espírito Santo é um elemento indispensável na vida espiritual.

d) Selo (Ef 1.13; 2 Tm 2.19)

Essa ilustração exprime os seguintes pensamentos:

Possessão

A impressão dum selo dá a entender uma relação com o dono do selo, e é um sinal seguro de algo que lhe pertence. Os crentes são propriedade de Deus, e sabe-se que o são pelo Espírito que neles habita. O seguinte costume era comum em Éfeso no tempo de Paulo. Um negociante ia ao porto selecionar certa madeira e então a marcava com seu selo — um sinal de reconhecimento da possessão. Mais tarde mandava seu servo com o selo, e ele trazia a madeira que tivesse a marca correspondente. (2 Tm 2.19)

A idéia de segurança também está incluída (Ef 1.13; Ap 7.3)

O Espírito inspira um sentimento de segurança e certeza no coração do crente. (Rm 8.16). Ele é o penhor ou as primícias da nossa herança celestial, uma garantia da glória vindoura. Os crentes têm sido selados, mas devem ter cuidado que ao façam alguma coisa que destrua a impressão do selo (Ef 4.30).

e) Azeite

O azeite é, talvez, o mais comum e mais conhecido símbolo do Espírito. Quando se usava o azeite no ritual do Antigo Testamento, falava-se de utilidade, frutificação, beleza, vida e transformação. Geralmente era usado como alimento, para iluminação, lubrificação, cura, e alivio da pele. Da mesma maneira, na ordem espiritual, o Espírito fortalece, ilumina, liberta, cura e alivia a alma.

f) Pomba

A pomba, como símbolo, significa brandura, doçura, amabilidade, inocência, suavidade, paz, pureza e paciência. Entre os sírios é emblema dos poderes vivificantes da natureza. Uma tradição judaica traduz Gn 1.2 da seguinte maneira. "O Espírito de Deus como pomba pousava sobre as águas." Cristo falou da pomba como a encarnação da simplicidade, uma das belas características dos seus discípulos.


Fonte de pesquisa

Conhecendo as Doutrinas da Bíblia – Myer Pearlman 
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O Batismo com o Espírito Santo





1. O que É o Batismo com o Espírito Santo

"Mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias" (At 1.5).

O batismo com o Espírito Santo não é uma bênção exclusiva de grupos pentecostais ou carismáticos, como alguns têm defendido e ensinado, "porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, cha¬mar" (At 2.39). A universalidade da promessa do batismo com o Espírito Santo é aqui reiterada, enriquecida e aprofundada para outras pessoas que ainda "estavam lon-ge".

A promessa do Pai, feita a Jesus, cobriria o tempo e o espaço. Ela "diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar". Estas palavras, proferidas pelo apóstolo Pedro no dia de Pentecoste, mostram a abrangência da promes¬sa:

• O batismo com o Espírito Santo seria para a geração dos primórdios da Igreja ("... a vós").

• O batismo com o Espírito Santo seria também para a geração de crentes e pregadores que viria depois ("... a vossos filhos").

• O batismo com o Espírito Santo seria também outor¬gado aos que estavam distantes, geográfica e cronologi¬camente ("... a todos os que estão longe").

• O batismo com o Espírito Santo poderia ser desfrutado por todos os que cressem e obuscassem ("... a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar").

Idêntica promessa faz Jesus, em Marcos 16.17, quan¬do se despede dos discípulos: "Este sinais seguirão aos que crerem... falarão novas línguas". Esta gloriosa pro¬messa foi imediatamente cumprida no dia de Pentecoste (At 2.1-4) e pelos séculos que se seguiram. Até hoje, homens e mulheres de todas as nacionalidades têm expe¬rimentado e testemunhado a mesma coisa.

Jesus continua batizando com o Espírito Santo em todas as partes do mundo onde sua vontade é aceita. Ele "é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente" (Hb 13.8); e, de igual modo, "o Espírito é o mesmo" (1 Co 12.4,8,9,11).

2. A Finalidade do Batismo com o Espírito Santo
O glorioso revestimento de poder pelo batismo com o Espírito Santo tem várias finalidades e aplicações:

• Traz ao crente um revestimento de poder sobrenatu¬ral. Jesus prometeu: "Ficai, porém, na cidade de Jerusa¬lém, até que do alto sejais revestidos de poder" (Lc 24.49).

• Faz do crente uma testemunha poderosa do Evange¬lho: "Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra" (At 1.8).

• Traz aos crentes uma espécie de "unção universal" entre os filhos de Deus, unindo-os em um só corpo. Paulo afirma: "Há um só corpo e um só Espírito" (Ef 4.4). A operação miraculosa do Espírito Santo na vida da Igreja derruba todas as barreiras e preconceitos nacionalistas.

Em Romanos 6.2-4, Paulo revela que todos nós fomos batizados na morte de Cristo e sepultados com ele pelo batismo na morte, e que através de sua ressurreição anda¬mos em "novidade de vida". E reafirma, em 1 Coríntios 12.13: "Pois todos nós fomos batizados em um mesmo Espírito, formando um corpo..."

Este batismo é uma ação poderosa que produz a união entre todos os homens, formando assim "um só corpo", quer sejam judeus, gregos, servos ou livres. Antes desta operação gloriosa do Espírito, os homens eram classifi-cados por raças e categorias: bárbaros, pecadores, publicanos, meretrizes, judeus, gregos, romanos, saduceus, fariseus, herodianos, citas, samaritanos, da circuncisão, incircuncisos, escravos, livres etc.

O Espírito Santo, através desta "imersão" purificadora, torna o Cristianismo superior a qualquer filosofia ou religião que separe as pessoas por nacionalismo ou tradi¬ção secular.
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PORTAS ABERTAS




Uma adolescente fugiu de casa para viver "sua" liberdade, mas logo caiu na realidade da vida. Sem dinheiro para se manter e sem coragem de voltar para casa, acabou por entrar no mundo da prostituição.

Os anos se passaram, mas, apesar da saudade dos pais, ela nunca mais tentou qualquer contato com eles.

Seus pais sempre a procuraram, em vão, porém, desde a morte do seu pai (que ela nem ficou sabendo), sua mãe intensificou as buscas, deixando um cartaz de "Procura-se" em qualquer lugar onde lhe permitissem.

Neste cartaz a mãe havia colocado sua própria foto, escrito embaixo: "Eu ainda amo você. Volte para casa".

Os meses se passaram sem qualquer notícia, até que um dia, numa fila de sopa para pessoas carentes, a moça viu a foto da sua mãe, que apesar de ter envelhecido bastante, ainda conservava o mesmo olhar que ela guardava em suas lembranças.

Não pode conter a emoção e, naquele dia mesmo, voltou para casa. Era tarde da noite quando chegou. Tímida, ela se aproximou da porta. Ia bater, mas ela se abriu sozinha.

Entrou assustada, apavorada com a idéia de que algum ladrão tivesse invadido a casa e "sabe lá Deus o quê" poderia ter feito.

Correu para o quarto e viu sua mãe dormindo. Acordou-a. Ambas choraram muito. Abraçaram-se. Reconciliaram-se.

Lembrando-se da porta aberta, a moça disse:

- Puxa, mãe, levei um susto tão grande quando cheguei.

- Por que, minha filha?

- É que a porta da frente estava aberta e eu pensei que algum ladrão tivesse invadido a casa. Você precisa tomar mais cuidado, mãe. Não pode mais esquecer a porta aberta.

- Não meu amor, você não está entendendo. Eu não esqueci a porta aberta. Desde o dia em que você foi embora, esta porta nunca mais foi fechada.

Amados quando saímos da presença do Senhor, a porta sempre continua aberta, esperando a nossa volta, Deus espera a nossa decisão e quando decidimos voltar Ele faz uma grande festa, você é muito importante para Deus, chegou a hora de voltar em definitivo, chegou a hora de se posicionar.

E, [o filho pródigo] levantando-se, voltou para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. Lucas 15.20

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01/09/2011

Os quatro aspectos da maturidade equilibrada




Texto: Lucas 2:52
Introdução: Do ​​seu nascimento até a idade de doze anos, Lucas 2:40 nos diz que o menino Jesus crescia fisicamente e espiritualmente. Ele era cheio de sabedoria, e a graça de Deus estava sobre ele. Nosso principal texto de Lucas 2:52 também diz que Jesus continuou a avançar nas quatro áreas de crescimento - sabedoria, estatura (física), em graça diante de Deus e, graça diante dos homens. Este belo crescimento equilibrado de Jesus é o padrão para o nosso crescimento e maturidade; para que possamos cumprir os planos e propósitos de Deus para nossa vida. 
Damos séria atenção para a importância da maturidade equilibrada em nossas vidas como Deus deseja? É tão fácil tornar-se desequilibrado e deixar a nossa vida fora de controle e frustrada. Nosso texto nos diz que há quatro aspectos da maturidade, devemos...
I. Crescer na estatura física.
A. A saúde física e o crescimento faz uma grande diferença no desenvolvimento e crescimento de uma vida cristã equilibrada.
B. Como cristão, devemos tratar e respeitar o nosso corpo físico como o templo do Espírito Santo (I Coríntios 6:19-20).
C. Para estar bem fisicamente, devemos cuidar de nossos corpos em uma maneira que honre a Deus. Devemos:
1. Descansar o suficiente; dormir...;
2. Exercitar-se regularmente;
3. Fazer refeições saudáveis;
4. Evitar hábitos prejudiciais e abusivos;
5. Evitar amargura e stress.
II. Crescer na sabedoria prática.
A. A sabedoria prática é também necessária para o desenvolvimento e crescimento de uma vida cristã equilibrada. Jesus crescia em sabedoria como um ser humano. Sabedoria e entendimento estavam nEle para que Ele agisse sobre as verdades que Ele aprendeu quando criança (Jó 28:28).
B. Como você está crescendo em sabedoria divina? As lições e verdades que você está aprendendo como um crente tem feito diferença prática no caráter e testemunho da sua vida?
C. Para crescer em sabedoria, devemos:
1. Estudar a Bíblia como a única fonte da verdadeira sabedoria (Tiago 3:13, 17),
2. Substituir pela leitura de livros cristãos o tempo que você desperdiça assistindo TV. (I Timóteo 4:13),
3. Selecionar passatempos úteis; 
4. Comprometa-se a viver o que você está aprendendo com a Palavra de Deus (Tiago 1:22).
III. Crescer na maturidade relacional.
A. O crescimento relacional é muito importante para o desenvolvimento e crescimento de uma vida cristã equilibrada. 
B. Jesus nos chama para equilibrar as nossas crenças espirituais com nossa vida prática para que o nosso caráter reflita a Sua justiça. 
C. Ele nos ensinou a amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. Ele, pessoalmente, demonstrou Seu amor na cruz (Romanos 5:8).
D. Ele sempre se submeteu à vontade do Pai e foi fiel até a sua morte na cruz (João 6:38 - Filipenses 2:8).
E. Jesus nem sempre condenou os outros, mas era muito amoroso e compassivo. Ele glorificou o Pai, na forma como Ele serviu aos homens. 
F. Irmão, se o seu trabalho, negócios, estudos, etc. tem prioridade sobre seu relacionamento com o Senhor, seus entes queridos, seus irmãos em Cristo, seus amigos e vizinhos, você precisa reestabelecer as suas prioridades que são mais importantes para o Senhor.
IV. Crescer na maturidade espiritual.
A. A maturidade espiritual é importante para o desenvolvimento de uma vida cristã equilibrada. A graça do Pai estava sobre Jesus (Lucas 3:22).
B. O que podemos fazer para crescer e avançar no crescimento espiritual? Pela fé e no poder do Espírito, podemos avançar nestas aplicações práticas:
1. Fazer de Deus a família e o culto da igreja a sua principal prioridade,
2. Dê graças em todas as coisas com alegria e satisfação;
3. Envolva-se no ministério, altruísta ativo para com os outros;
4. Reconhecer, abandonar e evitar o pecado para crescer em pureza e santidade;
5. Andar em Espírito e resistir à tendência de voltar-se para a carne;
6. Conhecer e fazer o que agrada o Senhor.
Conclusão: A maturidade equilibrada está prosperando no homem Exterior e Interior (III João 2). A Bíblia diz claramente: "A balança enganosa é abominação ao Senhor" (Provérbios 11:1). Assim, uma pessoa verdadeiramente equilibrada e madura está avançando em quatro fases de sua vida - físico, prático, relacional e espiritual. 
Talvez você não tem problemas com o físico e mental. E quanto ao seu relacionamento com Deus e o próximo? Você pode dizer honestamente que você ama a Deus e ao próximo? Você tem certeza de que você é verdadeiramente filho de Deus? Talvez você precise se acertar com Deus... hoje... exatamente onde você está agora!
Pr. Aldenir Araújo


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30/08/2011

O novo céu e a nova terra





 Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
 Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.
 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
 E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
 Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida.
 O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.
 Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.





 Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.
 E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.Apoc cap 20 ver 14,15

           Escolha a onde você quer passar a eternidade
 


                                                       Porta Estreita                             Porta Larga
                                                      Vida com Cristo                          Vida sem Cristo
                                                      Vida Eterna                            Morte e Sofrimento Eterno 

 Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela),
 porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.
 .Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.Mateus cap:7 ver:13,14,15   





Pastor:Dirceu   
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26/08/2011

É assim que Deus faz com quem procura abrigo Nele.



"Ele te cobre com as suas penas, e debaixo das suas asas encontras refúgio;" Salmos. 91 v.4 


                     A  Foto Fala Tudo Deus Seja Louvado
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24/08/2011

Deus te ama e te quer ao seu lado



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A PESSOA MAIS NOTÁVEL DE TODOS OS TEMPOS.

Jesus Cristo é freqüentemente comparado a outros profetas e mestres,
mas Ele na verdade é a pessoa mais notável de todos os tempos.
Tudo desde Seu nascimento até depois de Sua morte, foi miraculoso e o colocou à parte de qualquer outro.
Jesus nasceu de uma virgem -- algo naturalmente impossível.
Antes de sua mãe Maria se casar, um anjo lhe apareceu e disse que daria a luz ao Filho de Deus.
Quando ela perguntou como isto poderia ser possível, ele respondeu,
"O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do altíssimo irá cobrir você,
também, aquele que há de nascer será chamado Filho de Deus.
" Assim como prometido, a virgem Maria deu a luz a Jesus Cristo, a mais notável pessoa já existente nesta terra."

UMA VIDA MARAVILHOSA

A vida de Jesus foi maravilhosa assim como Seu nascimento.
Aos 30 anos de idade, Ele saiu da cidade de Israel e iniciou seu ministério ensinando e ajudando pessoas.
A bíblia registra que Ele era diferente de outros professores, "as pessoas ficavam espantadas com Seus ensinos,
Ele as tocava com autoridade, e não como os escribas.
" Da mesma forma não havia doença tão grande para o Seus poder. A Bíblia diz, "Traziam a Ele todas as pessoas doentes
que estavam aflitas com vários problemas e tormentos e Ele as curava."
Incomodados com Sua fama e autoridade, as autoridades políticas e religiosas conspiraram para mata-lo.

SUA MORTE

Sua morte tinha sido predita quase mil anos antes. O profeta Isaias escreveu sobre Jesus,
(ISAIAS 53.5) Jesus pagaria o preço por nossos pecados para que pudéssemos ser perdoados e ter a vida eterna
"Exatamente como foi predito, Jesus recebeu a mais brutal sentença de morte daquele tempo para cumprir a profecia
que Ele era o Filho de Deus. Enquanto era levantado na cruz de madeira com pregos sobre suas mãos e pés, Ele orou,
"Pai, perdoa-os pois não sabem o que fazem." Jesus tinha o poder de descer da cruz,
mas Ele escolheu sacrificar Sua vida por outros.

A PROMESSA É PARA VOCÊ.

Assim como está escrito, Deus ressuscitou Seu Filho Jesus de volta a vida -- vida eterna -- no terceiro dia
depois de Seu sepultamento Ele foi visto por Seus amigos próximos e mais de 500 de Seus seguidores.
Ele subiu aos céus diante de seus olhos. Depois de sua ressurreição, seu amigo e discípulo Pedro
disse a uma grande multidão para arrependerem se de seus pecados e crerem em Jesus Cristo para serem salvos,
"Pois a promessa é para vocês, seus filhos e para todos os que estão longe,
para todos quantos o Senhor, o nosso Deus, chamar".
Esta promessa é para você!
Existem muitas religiões e profetas mas nenhuma oferece o perdão completo de seus pecados e vida eterna
com Deus. Ele já morreu por seus pecados , agora você precisa por sua fé Nele.
"Se com tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres
que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo "Romanos 10:9"

RECEBA JESUS AGORA.

"Senhor Jesus, Eu creio que Tu és o Filho de Deus e o Salvador do mundo.
Obrigado por vir a Terra e morrer para que eu pudesse ter a vida eterna.
Por favor perdoe todos meus pecados.
Agora eu quero Te seguir e Te servir com minha vida.
Por favor envie o seu Santo Espírito e dirija meus passos. Em nome de Jesus , Amem."
Você fez esta oração? Parabéns em sua decisão de aceitar a Cristo!
Se vc não o fez. Ainda ha tempo pois Jesus te ama e te quer ao seu lado
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20/08/2011

A bolha evangélica esta é uma grande verdade


Blog doa a quem doer é muito bom,parabéns 

De alguns anos para cá, ficou famosa a expressão “bolha econômica”, ou “bolha financeira”, e por analogia a “bolha imobiliária”. Pelo que me lembro, isto começou com a “bolha tecnológica”, em 2001, quando as empresas de tecnologia (as chamadas “ponto-com”) alcançaram grande valorização nas bolsas, particularmente na Nasdaq. Em dado momento, essas empresas foram reavaliadas e descobriu-se que não valiam tanto assim, iniciando uma quebradeira geral quando os investidores tentaram se livrar das ações. Diz-se que a bolha então estourou.
Mais recentemente, o mercado de imóveis dos EUA originou a “bolha imobiliária”. Os americanos investiram muito em imóveis, seja para vender e assim obter alto retorno financeiro ou para uso próprio. O negócio parecia bom: com a procura por imóveis, o mercado se aqueceu e pela lei de oferta e procura, aumentando a demanda, os preços também subiram. Com o preço lá no alto, multidões faziam hipotecas, isto é, pegavam dinheiro emprestado em bancos e outras instituições, por um valor superestimado, sendo a garantia do empréstimo o próprio imóvel. Para levantar o dinheiro para emprestar às pessoas, as empresas pegavam outro empréstimo junto a bancos e investidores.
Quando em 2006 os juros começaram a subir, por conta do excesso de dinheiro circulando, a classe média buscou outras aplicações e, pela mesma lei de oferta e procura, a menor demanda gerou queda nos preços dos imóveis. E assim começou um movimento inverso. Com a queda nos preços, as empresas de crédito passaram a enfrentar a inadimplência. E com a maior parte dos empréstimos concedidos ao segmento de baixa renda, o chamado mercado “subprime”, de maior risco, o calote se espalhou: as pessoas já tinham pego o dinheiro e preferiam entregar os imóveis, agora sub-valorizados, como garantia de um empréstimo que não iam pagar nunca. As empresas ficaram com milhares de imóveis encalhados, que ninguém mais queria nem podia comprar, o que, como se sabe, resultou na famosa crise do “subprime” de 2008. O mico atingiu em cheio as empresas de hipoteca, mas também os investidores que emprestaram a elas. Sem receber as prestações, a empresa não repõe a quantia ao investidor. Assim o investidor, para reduzir suas perdas, vende ações de outros negócios na bolsa para compensar o prejuízo. Se muitos investidores perdem dinheiro, logo todos estão vendendo suas ações, que inundam o mercado e se desvalorizam, e assim as bolsas despencam em massa.
Onde eu quero chegar com isso?  Esse não é um blog de Economia... calma que eu já chego lá. Pausa para respirar, e corta para outra notícia.
Uma pesquisa feita pelo IBGE concluiu que o número de evangélicos sem vínculos com igrejas cresceu 14% em 2009. Especialistas dizem que esses evangélicos que não seguem mais nenhuma denominação são muito parecidos com os “católicos não praticantes”, e cada vez mais evangélicos “fora da igreja” mostram seu descontentamento crescente com as instituições religiosas.
O pesquisador Ricardo Mariano, da PUC-RS, recorreu a uma expressão criada pela socióloga britânica Grace Davie para explicar o fenômeno: believing without belonging (crer sem pertencer). Ele disse que o evento pode não ter sido tão intenso como a pesquisa mostra e vai esperar a divulgação dos dados definitivos do Censo de 2010, mas que há uma tendência de se buscar autonomia em relação a igrejas que defendem valores extemporâneos e pagamento de dízimo, dentre outros. Ela chama esse comportamento de “desinstitucionalização”, que tem a ver com um individualismo cada vez mais forte.
De fato, não dá mais para agüentar a mesma ladainha, as mesmas palavras vazias, as mesmas filosofias, a mesma falta de entendimento... a não-transformação, a religiosidade morna. E some-se a isso - na minha percepção, o fator maior para o esvaziamento dos templos - a eterna pedição de dinheiro, cada vez mais ostensiva e menos produtiva para o Reino, a não ser o reinozinho particular de meia dúzia de iluminados. Talvez essa seja a razão de cada vez mais pessoas optarem por seguir a Cristo e não uma denominação.
Sobre a porcentagem de seguidores, a pesquisa mostra que a “igreja” Universal apresentou uma queda de 24% em seus quadros. Segundo o jornal, isso ocorre por causa de “igrejas dissidentes”, mas ainda é preciso aguardar a atualização do Censo para confirmar a queda.
Só pode ser  porque o chamado evangelicalismo (termo que eu não gosto muito, mas pelo menos serve para diferenciar do protestantismo histórico, bíblico e evangélico) deve ter chegado ao seu limite. O surgimento de inúmeras “denominações” – se é que podemos dar esse nome a igrejolas de esquina, lojas ao rés do chão e velhos cinemas alugados, onde não raro se coloca a placa “ministério do pastor fulano” ou “comunidade disso ou daquilo” na porta do galpão – principalmente de cores neo-pentecostais, frutos de revelações particulares e visões personalistas, sustentadas com muita corrente e campanha, muita semeadura e ofertas de sacrifício, tudo isso aponta claramente para a exaustão do modelo.
A bolha evangélica estourou: as pessoas avaliaram o que está sendo oferecido na praça e perceberam que tantas igrejas, congregações, ministérios, visões e comunidades, de baixa densidade teológica, rarefeitas biblicamente, e ao mesmo tempo impregnadas de misticismo, superstições, simpatias e religiosidade barata, saturaram o mercado. Mesmo segmentos com baixa escolaridade e limitação cognitiva percebem, com o tempo, que aquilo não leva a nada, e que não há mais espaço para esse tipo de fé pequena, de rodapé, de catarse coletiva, baseada em lavagem cerebral, em “siga seu líder sem questionar”. Fato é que a própria IURD, a referência do mercado em termos de fetichismo evangélico, está perdendo audiência a rodo. É como os imóveis dos americanos: não têm valor, ninguém mais dá um tostão furado por eles. Nem por essas doutrinas de demônios com que muitas “igrejas” vêm salpicando seus féis.
As pessoas estão vendo que atos proféticos, “reteté”, novenas evangélicas sob o nome de “campanhas de oração”, retiros, encontros, pré-encontros, pós-encontros, re-encontros, desencontros, clínicas espirituais, conferência profética com a participação do “apóstolo fulano”, do “patriarca beltrano” e do “bispo cicrano”, mediante um “pequeno valor de inscrição”, com direito a cd do cantor “mequetrefe de jesus”, lambuzamento com óleo de soja dizendo que é unção disso e daquilo outro, tudo regado a toque de shofar na sua orelha... estão todos vendo que tudo isso é uma tremenda enrolação: é apenas marketing. Não adianta mais dourar a pílula, fazendo congresso de adoração com a banda “debaixo do altar”, “vizinhos do noivo”, “casa de levi” ou “leão da montanha”; nem ainda cruzeiro em alto mar para ungir as praias, rodeio gospel para destronar o bicho-carpinteiro, ou viagem profética a Israel. Aliás, tudo agora é “profético”: dança profética, adoração profética, ato profético, palavra profética... “Profético” é igual bacon, se a coisa tá sem graça, coloque bacon profético na parada, fica uma beleza. Semana que vem vocês vão ver mais um churrasco de vaca sagrada com bacon profético em cima. Enquanto isso, tome campanha para espantar o devorador, o migrador, o picador, o moedor, o ralador e o espremedor.
Até na área de Missões a coisa desgringolou: tá cheio de espertinho pedindo dinheiro para fazer missões em Londres, Barcelona, Roma e Nova York; mas ninguém foi chamado para o Sudão, o Vale do Jequitinhonha ou para a Coréia do Norte. Quero ver esses folgados evangelizando em Aparecida ou Juazeiro do Norte, dizendo em alto e bom som o que é a idolatria. Que missa de sétimo dia não leva ninguém para o céu, que Maria não salva ninguém, que o purgatório é uma balela.
Vai lá, “missionário”. Eu pago sua passagem (de ônibus, lógico). Quero ver.
A fórmula se esgotou.
Já falei sobre isso também aqui e aqui. Chega de picaretagem! Aí está a pesquisa para confirmar essa constatação – ninguém, em sã consciência, agüenta mais. E não adianta alguns idiotas questionarem a enquete, como sempre fazem, por exemplo, perto das eleições. Desconhecem a metodologia, a estatística, e vêm com argumentos do tipo: “nunca me entrevistaram”, “não conheço ninguém que foi pesquisado” e por aí vai. Ignoram o que seja projeção da amostra e margem de erro. Então nem discuto com esses “intelejumentos”.
Churchill disse certa vez que é possível enganar a todos durante todo o tempo, e a alguns durante todo o tempo, mas não é possível enganar a todos durante todo o tempo.
As pessoas estão redescobrindo o que é se reunir em casas, com liberdade para adorar, para estudar a Palavra, para se manifestar e, se for o caso, discordar e debater até chegar ao pleno entendimento da Palavra. E isto não tem nada a ver com rebeldia, insubmissão ou dificuldade de relacionamento, problema com autoridade, nada disso. Trata-se de descobrir a completa inutilidade de templos, sacerdotes profissionais, levitas para conduzir a música, dízimos, estruturas dispendiosas e toda uma classe de aproveitadores que fazem da religião um meio de vida.
Meu amigo Ciro Cormackme mandou uma frase outro dia.“No início, a Igreja era um grupo centrado no Cristo vivo. Então, a Igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou a Roma e tornou-se uma instituição. Em seguida, a toda a Europa e tornou-se uma cultura. E, finalmente, chegou à América, onde tornou-se um negócio...” (pastor americano Richard C. Halverson, 1916-1995). Eu gostaria de estender mais um pouco esse pensamento e perguntar no quê a Igreja se tornou ao chegar ao Brasil.
Que Deus continue a dar entendimento e direção a todos aqueles que perceberem o quanto têm sido enganados, explorados e usados por lobos em pele de cordeiro. Que aos poucos estão perdendo seus lucrativos empregos, antes tarde do que nunca.
E, para não perder o costume... doa a quem doer!
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