14/07/2011

Falsos profetas




O Gondim acha que a volta de Jesus é uma utopia (como você pode ver aqui). Ele está num extremo, que é o lodaçal de sofismas onde chafurdam os céticos, tanto os que não crêem em Deus e pensam que a Bíblia é um livro cheio de mitos e fábulas, como aqueles que, descrentes com os rumos por que vai caminhado a Humanidade, esfriam e perdem a esperança na redenção – não só a redenção da alma humana como na redenção da própria criação, conf. Romanos 8:19-22.
Na outra ponta estão os que se aventuram a calcular a data do retorno de Jesus, do arrebatamento e de outros acontecimentos previstos na Bíblia, e é desses que passamos a falar. Aliás, me arrisco a dizer que é por causa desses últimos que muitos dos primeiros se tornaram céticos.
Por exemplo: entre 1831 e 1844, William Miller, um pregador batista e ex-capitão do exército americano, lançou “o grande despertar do segundo advento”, baseado em seus estudos sobre Daniel 8:14(“Ele me respondeu: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; então o santuário será purificado”), e calculou que Jesus retornaria em 22 de outubro de 1844. Pelo que percebo, ele fez a seguinte conta: deve ter tomado como base o ano em que Neemias recebeu permissão para reconstruir Jerusalém, presumindo que teria sido em 455 a.C. (na verdade, foi 445 a.C.), daí somou 2300 anos (assumindo que se trata de anos proféticos, como Daniel 9:25-27), e o resultado foi 1843 ou 1844, dependendo se incluiu o ano zero (entre 1 a.C. e 1 d.C.). Mas, quando Jesus não apareceu na data esperada, os seguidores de Miller experimentaram o que veio a se chamar “O Grande Desapontamento”.
Muitos caíram em profunda desilusão. Mas uns poucos se voltaram 
para suas Bíblias e concluíram que a data de 22 de outubro era correta, mas que Miller tinha predito o evento errado. A profecia previa não o retorno de Jesus, mas sim “um ministério especial no céu para Seus seguidores”. Desse pequeno grupo que se recusou a desistir depois do grande desapontamento, surgiram vários líderes como Ellen White, apenas uma adolescente na época, mas que se tornou uma dotada escritora, oradora e administradora, e veio a ser a conselheira espiritual do que viria a ser a Igreja Adventista por mais de 70 anos até sua morte em 1915 (informações dehttp://sites.google.com/site/igrejaasd/historia-da-igreja-no-mundo, site adventista). 
Enquanto isso, Miller ia tentando estabelecer outras datas: 1847, 1850, 1852, 1854, 1855, 1863, 1877… Como se sabe, nenhuma previsão se confirmou.
Já Charles Russell afirmou que a volta de Jesus se daria em 1914. 
Mais tarde, adiou-a para 1918. Depois da sua morte, em 1916, seu sucessor, Joseph Rutherford, começou a proclamar que, segundo novos cálculos, a vinda de Cristo havia sido transferida para 1925… 
Nenhuma das predições se cumpriu, mas seus seguidores, intitulados “as testemunhas de Jeová”, temendo passar por mentirosas, resolveram voltar à primeira predição: Cristo teria voltado “em espírito”, em 1914, como Russell havia predito a princípio. Divulgaram que a I Guerra Mundial era o Apocalipse, mas como teve depois a Segunda, muito pior, disseram então que a Primeira tinha sido só "o princípio das dores"... e seguem remendando profecias até hoje.
Willian Branham, líder do Tabernáculo da Fé — o “Mensageiro do Apocalipse” —, garantiu que a volta do Senhor se daria em 1977. Pregava que seu ministério perduraria até este ano. Mas, para a frustração de seus fiéis seguidores, ele morreu em 1965, doze anos antes da data anunciada. Pelo menos escapou da vergonha de ter que dar explicações!
E. Edgar Whisenant previu que o arrebatamento da Igreja aconteceria em 12 de setembro de 1988. Seu livreto “Tempo Emprestado: 88 Razões Por Que o Arrebatamento se Dará em 1988” era baseado em cálculos matemáticos “precisos” e vendeu mais de 4 milhões de cópias. Seu sistema de cálculo era o seguinte: como Jesus iniciou Seu ministério terreno, segundo Whisenant, em 28 d.C., e o número 7 é o número da perfeição, e 280 é o número de dias de uma gestação, multiplicamos 280 x 7 e obtemos 1988, o dia em que se completará a gestação da Igreja de Cristo (veja imagem ao lado... não sei como ele conseguiu essa data, pois 280 x 7 = 1960; será que depois ele somou os primeiros 28 anos de Jesus antes de iniciar o ministério? Vai saber...). Em todo caso, esse era perfeito para uma instituição psiquiátrica, e como o arrebatamento não aconteceu, Whisenant sequer pediu desculpas, mas afirmou que se esquecera de um detalhe: fizera seus cálculos até o ano de 1988, enquanto Roma deixara de lado o ano zero. Houve, portanto, no primeiro século, apenas noventa e nove anos. E Jesus voltaria, então, em 30 de setembro de 1989! Não estou entendendo mais nada.
Bang-Ik Ha, um jovem profeta da Missão Mundial Taberah, tinha razões “mais convincentes” para afirmar que Jesus viria em outubro de 1992. Não chegara a essa conclusão apenas por meio de cálculos matemáticos. Ele mesmo fora ao céu várias vezes e recebera “diretamente de Deus” mensagens específicas sobre o futuro do planeta Terra. Vários panfletos alusivos ao acontecimento foram distribuídos pela missão, e a notícia espalhou-se pelo mundo. Até um livro, intitulado “O Último Plano de Deus”, foi publicado, com o intuito de provar “biblicamente” que a vinda de Jesus se daria na data mencionada. Esse é tão tosco que nem achei fotos pra mostrar.
Recentemente, Valnice Milhomens, auto-proclamada “apóstola”, profetizou que Jesus voltaria em um sábado de 2007, possivelmente 07/07/2007. Até onde se sabe, nada aconteceu nesse dia. Veja aqui se estou fofocando e criticando a ungida. Embora os argumentos sejam interessantes, deram em nada.
Neuza Itioka também entrou na onda profética e arrisca seu palpite: após assistir a um filme vendido na internet, ficou preocupada com o que seria a “Nova Ordem Mundial”, supostamente criada pelas 13 famílias mais ricas do mundo, a ordem dos Illuminatis, que estaria trabalhando junto à ONU para acelerar a vinda do Anticristo. Segundo ela, nos próximo 6 anos teremos tempos difíceis para os cristãos, até a volta de Jesus em 2017 ou 2018, quando Cristo inauguraria “seu reinado do milênio”. Neusa Itioka também previu a eliminação de 90% da população mundial. Essa teoria se baseia numa “profecia” de um certo Rabino Ben Samuel, morto em 1217, que teria dito que 2017 seria um ano especial para Israel. Duvida? Veja aqui. Pelo menos ela jogou a profecia lá para a frente, com certa margem, exatamente o que não fez Harold Camp.
Esse, depois de quebrar a cara em 1994, quando anunciou o arrebatamento para 6 de setembro, disse que Jesus voltaria em 21 de maio. Já passou mais de um mês e nada; então, ele diz agora que o juízo aconteceu no mundo espiritual, e que o pau vai quebrar mesmo é em 21 de outubro, esperem só que vocês vão ver. Agora sim é pra valer.
Na verdade, o próprio Senhor Jesus asseverou que “daquele dia e hora ninguém sabe” (Mateus 24:36).“Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” (Atos 1:7), afirmou ainda. É evidente que Ele, que é o Todo-Poderoso (Mateus 28:18; Apocalipse 1:8), sabe o dia e a hora de sua volta! Quem não o sabe somos nós. Paulo afirmou: “acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva” (1 Tessalonicenses 5:1).
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13/07/2011

Frutos bíblicos.




Um alimento predileto dos hebreus eram as frutas que cresciam em abundância no clima quente daquela parte do mundo. Os espias que Moisés enviou a Canaã trouxeram um ramo de videira com um cacho de uvas (Vitis vinifera L) tão grande que o
transportaram numa vara. Também trouxeram romãs e figos (Nm 13:23). Esses frutos e uma variedade de outros frutos eram apreciados como parte da dieta regular.
Passas. “Cachos de passas” foram trazidos a Davi, porque havia regozijo em Israel (I Cr 12:40). As passas eram uvas secadas nos cachos. Também são mencionadas em (I Sm 25:18; II Sm 16:1).

Romã - Punica granatum. Esta fruta com suas muitas sementes, era símbolo de fertilidade em sua abundância, predileta entre os israelitas, era cultivada tanto por seu fruto saboroso como por sua beleza. Tendo a árvore baixa e muito vulgar na Palestina, e geralmente no Oriente. O suco da romã era muitíssimo apreciado (Ct 8:2). Era uma das frutas que cresciam na Terra Prometida.
Romã
Melão - Cucumis melo. Os israelitas estavam acampados no quente deserto da Arábia tendo somente maná para comer. Queixaram-se aos ouvidos do Senhor: “Lembramo-nos... dos melões” do Egito (Nm 11:5). De suas dementes se extraí um óleo medicinal, tendo um crescimento abundante em alguns terrenos da costa plana da Palestina.
Maçã. A maçã ou macieira mencionada na Bíblia é provavelmente a cidreira e o seu fruto, embora sejam sugeridos também o damasco que é abundante na região, ou o marmelo.  A maçã que conhecemos não é natural da Síria.

Figueira.
Figo - Ficus carica L. A figueira é muito comum na Palestina, os primeiros figos amadurecem entre maio e agosto, os últimos figos amadurecem em setembro. Era também usado no tratamento de chagas (feridas), aplicando pasta de figos no local (2 Rs 20:7). É mencionada várias vezes nas Escrituras,  desde as folhas de figueira que Adão e Eva usaram para cobrir sua nudez (Gn 3:7) até a figueira que Jesus amaldiçoou (Mc 11:12-14).


Oliva.
Oliva - Olea europaea. A azeitona, fruto comum na Palestina, parece-se com a ameixa; primeiro é verde, depois fica amarelada, e finalmente preta quando completamente madura. A árvore assemelha-se a uma macieira e produz fruto mesmo quando bem velha. Os cachos de flores lembram o lilás. As azeitonas são derribadas com varas ou sacudidas da árvore e alguns frutos são deixados para os pobres (Dt 24:20). O fruto era comido verde ou maduro, mas a maior porção da colheita da azeitona era destinada à extração de azeite. O melhor azeite vem do fruto verde. A primeira extração, feita mediante agitação em panelas ou cestos, produz o mais fino azeite; a segunda e a terceira extrações são inferiores. O azeite era usado para a unção, empregado com alimento na cozinha, e para iluminação. Uma boa árvore produz 60 litros de azeite por ano.

Demétrius A. Silva
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Volta de Cristo

 Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.
 Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai.
 Estai de sobreaviso, vigiai {e orai}; porque não sabeis quando será o tempo.
 É como um homem que, ausentando-se do país, deixa a sua casa, dá autoridade aos seus servos, a cada um a sua obrigação, e ao porteiro ordena que vigie.
 Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã;
 para que, vindo ele inesperadamente, não vos ache dormindo.
 O que, porém, vos digo, digo a todos: vigiai!


Marcos Cap 13 VER 31-37






Os conceitos escatológicos continuam aparecendo anunciando a Segunda Vinda de Cristo e os acontecimentos futuros. Alguns textos dos Evangelhos são extremamente importantes na compreensão do conceito escatológico de Jesus. O primeiro deles, conhecido como Sermão Profético aparece em Marcos 13, Mateus 24 e Lucas 21. O termoescatologia deriva de duas palavras gregas: escathos e logos, que se traduzem por “últimas coisas” e “estudo” ou “tratado”. É o estudo ou doutrina das últimas coisas.
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Visão do mundo para o fim do mundo
Jesus revela que mesmo a terra desaparecendo, a verdade de Suas palavras nunca mudará nem será revogada. Deus e a Sua Palavra são a fontes da única estabilidade neste mundo instável. Quando Jesus diz que nem Ele sabe a data do fim, afirmou sua humanidade. O Pai conhece esse momento; Jesus e o Pai são Deus; mas quando Jesus encarnou, Ele voluntariamente se encobriu de seus ilimitado atributos divinos (Fp2:7).
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Visão para os cristãos do fim do mundo
A ênfase dessa passagem não recai sobre a falta de conhecimento de Jesus, mas sobre o fato de tal informação não ter sido revelada a ninguém. Esse é um segredo do Pai, a ser revelado quando for de Sua vontade. Jesus, no entanto, ensina a humanidade a preparar-se, pois “o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1.15).
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Algumas das profecias já se cumpriu, como a citada por Jesus (Mt24:15-28; Mc 13:14-23; Lc 21:20-24), a destruição de Jerusalém pelos romanos, após a revolta dos judeus contra o império romano.
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Muitos sinais tem se tornado até de certa forma comum hoje em dia, como citado em Marcos 13:12 e 13, irmão entregará ao outro a morte, e o pai, ao filho; seremos odiados por causa do nome de Cristo. Antes da segunda vinda de Cristo aparecerá muitos dizendo ser o Cristo (Mt24:23-26), e assim como também falsos profetas operando sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Claro que Jesus deixou alerta e de uma forma bem simples e clara de se entender (principalmente ao povo Judeu) sobre quando se aproximar a hora se instituir o Seu Reino em sua totalidade.
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Nos sinópticos quando Jesus fala a respeito de sua vinda, sempre enfatiza a vigilância, ao estar atento e sempre pronto, por não sabermos com exatidão aquele dia, mas deixou explícito quando o mesmo se aproxima (Mt 24:42-44). Em sua escatologia, Jesus disse que muitos esperam aquele dia, mas de forma imprudente, não participará do galardão aos eleitos prometido, o que Ele próprio disse quem nem todos que diz Senhor, Senhor entrará no Reino (Mt 7:21), infelizmente muitos serão enganados pelos falsos profetas (Mt 24:11), a iniquidade também se multiplicará (Mt 24:12), os efeitos catastróficos da natureza também previsto por Jesus, terremotos, fomes, epidemias, coisas espantosas e sinais no céu (Lc 21:11), como também às guerras e rumores de guerras (Mt24:6).
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O Senhor Jesus Cristo relatou os sinas que precederiam sua vinda; e já ouvimos falar de tudo que Cristo citou às guerras, epidemias, terremotos, tudo isso para que Seu povo fique em alerta máxima e sempre preparada pra sua volta. E será pregado o evangelho do reino em todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então virá o fim (Mt24:14). Temos da parte de Cristo essa responsabilidade de anunciar o Cristo e a sua volta; muitos cristãos tem se esquecidos de sua volta, talvez por isso se tornam tão materialistas. Mas Cristo nos deixa claro uma coisa, sobre o perseverá do cristão, pra se consumar a salvação de Cristo em nós.
*Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo”. Mateus 24:13
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11/07/2011

TODOS PRECISAM DE DISCIPULADO


Texto: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13:35)

Verdade Central
 : não há discipulado sem relacionamento. Discipulado vem de disciplina a outrem, ou seja, trazer a pessoa para moldar o caráter em um nível de saúde e de resposta eficaz.

Introdução
 : a palavra-chave no relacionamento é discipulado. Você precisa saber o que é discipulado. Discipulado é traduzido em relacionamento. Discipulado é dar para receber. Discipulado não é discurso. Se você está no discurso, você está gastando a palavra discipulado. Não faça isso com a Visão e com os seus discípulos.

A 
Visão Celular é uma Visão de relacionamento, de ganhar, consolidar, discipular e enviar. 


Trabalharemos juntos para melhorar o conceito de discipulado e levar o nosso povo ao compromisso com resposta. Vamos restaurar a linguagem do discipulado, não permitindo que seja usada fora do contexto, para que, quando as pessoas disserem que estão sendo discipuladas, possam dessa forma expressar-se corretamente, ou pelo menos, da forma mais apropriada do significado real da palavra, segundo o modelo de Jesus.
 

1. Discipulado é intimidade
 
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade;” (Jo 1:14)
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre.” (Jo 14:16)

Precisamos voltar aos princípios bíblicos do Senhor, pois eles são eternos. Jesus está trazendo a Sua Igreja ao discipulado novamente. Ao vir a Terra e nos salvar, Ele morreu, ressuscitou e decidiu morar dentro de nós. Quer discipulado melhor do que esse? Não existe!
 

Jesus habita dentro de nós. Este é um ato que nos consolida diariamente. O discipulado de Jesus é: fazer morada. Esse é o discipulado do Mestre gerar intimidade de morada, conhecer a nossa morada e Se fazer conhecido por nós.
 

Conheça a morada do seu discípulo. Não crie argumentos dizendo que o seu discipulador não sabe onde você mora. Conheça você a morada do seu discípulo. Faça melhor que o seu discipulador terreno, porque o Discipulador maior, Jesus, mora dentro de você. Ele é o seu referencial.

2. Discipulado é abrir portas
 
“Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: Que buscais? Disseram-lhe eles: rabi (que, traduzido, quer dizer Mestre), onde pousas? Respondeu-lhes: Vinde, e vereis. Foram, pois, e viram onde pousava; e passaram o dia com ele; era cerca da hora décima.” (Jo 1:38-39)

Faça o seu papel de discipulador. Sente-se à mesa com seus discípulos. Discipulado é abrir as portas para relacionamento. Se as pessoas não conhecem a sua casa porque você fecha a porta, significa que há coisas na sua vida que elas não podem saber. Então, você não pode fazer discípulos. Quem não se relaciona não pode fazer discípulo.
 

Não queime a palavra discipulado. Use-a discipulando. A palavra discipulado não é para ser usada só na fala, mas na prática. Os discípulos precisam se sentir amados.
 

3. Discipulado é frutificar
 
“Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.” (Jo 15:8)

No Salmo 1 a Palavra diz que o justo é como árvore frutífera que dá o fruto na estação própria, cujas folhas não murcham. As folhas são as células (Ap 2:2). A árvore busca água no rio através da raiz, mas para isso não muda de ambiente. Assim você e os seus discípulos precisam ser. Vocês precisam ir buscar água onde ela estiver, mas sem sair do lugar no qual você está plantado e ali FRUTIFICAR.
 

Essa é a visão do discipulado: frutificar onde se está plantado, gerando relacionamento, sem gastar a palavra discipulado de forma desnecessária.
 

4. Discipulado é prática
 
“Antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, e havendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim.” (Jo 13:1)

Se o discipulador é coerente, ele sempre consolida o ministério do discípulo através de reuniões, macro-células, gabinetes etc. Discipulado é prática e todo líder que investe nos seus discípulos alcança um discipulado com resposta, pois todo discipulado trabalha por uma resposta. Em todo o ministério de Jesus, vemos o Mestre andando junto com os seus discípulos, ensinando-os e comissionando-os. Ele os amou e investiu na vida deles.
 

O lugar que amamos é o lugar no qual sentimos prazer de ficar. Faça com que seus discípulos sintam-se amados. Gere relacionamento com eles cumprindo cada um dos passos acima. E chegará um momento no qual o relacionamento no discipulado tornar-se-á um estilo de vida para você e para os seus discípulos. Você é um discipulador de excelência e um consolidador de êxito.
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A Oração e os cinco sentidos...Orai sem cessar




Sem oração não conseguimos enxergar,em meio às densas trevas, que algumas vezes fazem parte da nossa vida.
Sem oração não conseguimos sentir o toque de Deus ao caminhar em meio às pedras que surgem ao longo da jornada.
Sem oração não conseguimos ouvir, a doce voz do Espírito Santo quando Ele nos fala ao coração.
Sem oração não conseguimos respirar a doce brisa de cada manhã.
Sem oração não conseguimos nós alimentar da mais pura palavra, o pão vivo que desceu do céu, o maná no deserto ou contemplar a sublime provisão de Deus.
Sem oração ficamos paralisados, indefesos, e sujeito a todo tipo de ataque, e não conseguimos nós defender, pois a oração é também arma de defesa.
O nosso corpo (Igreja) precisa de oração, ele precisa estar apaixonado por orar, pois só assim enxergará o amado de sua alma, assim conseguirá ouvi-lo, senti-lo, tocá-lo e por fim seremos capazes de viver a experiência da maravilhosa presença de Deus.
Sem oração não existe comunhão, e não há como contemplar, não há como adorar, não é possível sentir compaixão.
Sem oração não entendemos o que significa misericórdia.
Sem oração morreremos, é preciso orar,
Sem oração ficamos dispersos, alienados e acabamos por conformarmos com uma vida sem a GRAÇA.
Sem oração não lutamos, não enxergamos vitórias mais somente derrotas.
Sem oração calamos, e não proclamamos o Evangelho de poder.
Sem oração simplesmente esquecemos-nos das promessas.
Sem oração não somos avivados.
É preciso amar oração, ela tem que ser o nosso oxigênio.
É preciso entregar-se em oração.
Orar é entregar-se em absoluta confiança, é um exercício de fé, no invisível...
Orar é um ato de certeza, que demonstra amor, e é estar definitivamente adorando a Deus.



Pastor : Dirceu
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10/07/2011

Jesus, o pão da vida


 Jo 6,30-35 Os discípulos disseram: 
- Que milagre o senhor vai fazer para a gente ver e crer no senhor? O que é que o senhor pode fazer? Os nossos antepassados comeram o maná no deserto, como dizem as Escrituras Sagradas: "Do céu ele deu pão para eles comerem." 
Jesus disse: 
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: não foi Moisés quem deu a vocês o pão do céu, pois quem dá o verdadeiro pão do céu é o meu Pai. Porque o pão que Deus dá é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. 
- Queremos que o senhor nos dê sempre desse pão! - pediram eles. 
Jesus respondeu: 
- Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede.   A multidão que participou da partilha dos pães na montanha e, depois, seguiu Jesus em Cafarnaum, acaba percebendo que Jesus propõe algo novo. Pedem-lhe um sinal para crer. Não entenderam o sinal da partilha. Querem um sinal extraordinário como o de Moisés e o maná. É o apego do judaísmo às suas tradições, fechado à novidade de Jesus. Querem um messias poderoso, mesmo que seja opressor e explorador. O sinal de Jesus é o resgate e o cultivo da vida. É a transformação das pessoas que, acolhendo o seu amor, passam a ser também fonte de vida para outros. Jesus deixa claro: o que vem do céu vem do Pai. O maná não foi dado por Moisés. É o Pai que dá o verdadeiro pão do céu, o pão que dá vida ao mundo. E este pão é Jesus. Os que o ouvem se sensibilizam de modo semelhante à samaritana quando Jesus oferece a fonte d''água da qual quem beber nunca mais terá sede. Pedem desse pão para sempre. Jesus identifica-se como sendo ele próprio o pão da vida. É Jesus que alimenta a vida eterna em nós por sua palavra, seu amor e seu testemunho.



  Pastor : Dirceu
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O Vale de Ossos Secos




"... O Senhor me levou em espírito e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos... eram numerosos e estavam sequíssimos... Então me disse: Profetiza sobre estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor... Então profetizei...
e eis que se fez um reboliço, e os ossos se juntaram, cada osso ao seu osso... E profetizei como ele me deu ordem: então o espírito entrou neles e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo." (Transcrição parcial do texto de Ezequiel 37.1-14)
Uma das mensagens desse texto é a esperança baseada no poder de Deus.

Se Deus enviasse o profeta ao meio de pessoas doentes, Ezequiel talvez pudesse sugerir tratamentos para elas. Porém, Deus o coloca diante de mortos, e não apenas isso, mortos há muito tempo, com seus ossos sequíssimos. É um quadro que mostra o fim dos recursos naturais e humanos. Aparentemente, é o fim de tudo. Mas os recursos divinos ainda não se esgotaram. Aleluia!
Quando tudo parece perdido, Deus ainda tem solução. Veja o caso de Lázaro (João 11). Jesus chegou quatro dias depois do seu sepultamento. Parecia tarde demais, mas para Deus não era, e ele foi ressuscitado.
Aquele vale cheio de ossos desarticulados e misturados mostra a desorganização de uma vida sem Deus. Vida? É mais apropriado dizer uma morte em vida. Desorganização nos sentimentos, nos negócios, nos objetivos, na família, etc. Muitas pessoas hoje são verdadeiros mortos-vivos. Já sepultaram seus sonhos e seus ideais. Deus disse ao profeta :"Filho do homem, profetiza aos ossos: ossos secos ouvi a palavra do Senhor..." A Palavra de Deus é o remédio para o problema do homem. É através da palavra de Deus, a Bíblia, pregada e ensinada, que os mortos espirituais viverão. A Palavra de Deus é viva (Hb.4.12) e comunica vida. Aqueles que receberem de bom grado essa Palavra, serão por ela transformados, vivificados.
Cada osso vai encontrando seu lugar no corpo. Isso pode ser usado de forma aplicada para dizer que cada pessoa vai encontrando sua posição no corpo de Cristo, que é a igreja. Vai encontrando sua razão de viver, sua missão, seu objetivo de vida, sua função.
O texto destaca ainda a importância da ação do Espírito de Deus sobre nós. De nada adianta tudo estar no seu lugar, se não houver a ação do Espírito Santo, se não houver unção, se não houver poder. Seria como um motor de um carro que estivesse bem montado, mas sem o lubrificante e o combustível necessários ao seu perfeito funcionamento. Assim, nossas igrejas não devem ser apenas organizações bem estruturadas. Isso é bom, mas não é suficiente. Não podemos funcionar sem o poder do Espírito Santo, sem a unção dos céus.
Uma vez que estamos vivificados pela Palavra, e ungidos pelo Espírito, tornamo-nos um exército. Deus não ressuscitou aqueles mortos para que cada um fosse cuidar de seus próprios interesses. Deus os ressuscitou para que se tornassem um exército para lutar na causa do Senhor. Aqueles que são vivificados, salvos pelo Senhor, serão usados para alcançar outros. Isso não quer dizer que deixaremos de cumprir com os nossos deveres. Vamos trabalhar, estudar, divertir, etc. Mas nada disso ocupará o lugar de Deus em nossas vidas. Nada disso poderá impedir que façamos nosso trabalho na obra de Deus. Ele nos ressuscitou (Ef.2.1-2). Logo, nossa vida pertence a ele e vamos viver para a sua glória.



Pastor Dirceu
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